Hoje tou feliz... hoje tou contente!! Sei que não é aquela felicidade plena... Sei que é uma felicidade que talvez tenha as horas ou os dias contados... Mas o importante agora é viver o momento presente!!!E é a partir de pequeninos passos... de pequeninas conquistas... que alcancaremos a Felicidade plena!!! Tenho a certeza disso... e por isso... vou continuar a lutar... mesmo que para isso tenha que cair!!E já cai tantas e tantas vezes... mas Jesus e aqueles verdadeiros amigos estendem-me sempre a mão!! Jesus hoje teve comigo... Senti-O tão presente... Obrigado Jesus e obrigado a todos vocês..
Hoje não escrevo nada de jeito... Sorry!! Mas não quis deixar de partilhar o que tou a sentir neste momento...
Beijinhos e abraços para todos,

Carmen

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Pensamentos e Reflexões

Aqui podes deixar aquele pequeno texto que leste, ou aquele pensamento que tiveste durante o teu dia e que queres partilhar...

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Convívio Fraterno

Quando tomei a decisão de ir ao convívio informei o meu director espiritual, o meu vice-reitor e pedi ao meu pároco. Depois do seu sim, inscevi-me, ou melhor, pedi à minha afilhada para me inscrever. Apenas ela e uma amiga que também ia sabiam. Nem mesmo o padre que fez a inscrição sabia que era eu, da mesma forma que os meus amigos que iam tanto queriam saber tinham a certeza que eu não ia. Pois isto de ter quatro nomes é uma chatice, que o diga quem tem de nos apresentar publicamente. Desta forma, quando toda a gente procurava um António Giroto ou até um Jorge Giroto, não encontravam, porque quem lá estava era um tal António Gomes.
Não foi fácil convencer ninguém, quando já me apetecia dizer que ia. Admiração maior no acto de inscrição quando uma amiga encarregue dessa tarefa me disse que eu não estava inscrito, que não adiantava brincar porque ela sabia que eu nunca faria o convite. Por insistência minha foi chamar os maiores que depois de eu explicar que estava inscrito e queria, dialogaram e deliberaram aceitar-me com um seco: “-Ele pode”. Respondia com um sorriso aos olhares desconfiados e lá ia buscar a mala.
Via caras conhecidas, quer na equipa, quer entre os pré-convivas. Alegres mas não sem desconfiança pelos três dias que iriam viver ali, iam chegando apenas com uma certeza – todos os que saíram daqui disseram que valeu a pena e que foi um momento marcante das suas vidas. Afinal, também era por isso que eu estava ali.
Bem acolhidos, fomos finalmente apresentados fraternalmente num ambiente de convívio, como não podia deixar de ser. Daqui ao encerramento foi tudo muito rápido e tudo muito bom. A estrutura constituía um todo, bem elaborado, cheia de unidade. Um conjunto de propostas preencheu o nosso interior. Não houve novidades nos conteúdos, a não ser para alguns, mas houve uma nova forma de apresentar Deus, para todos. Porque se falava do mais importante estávamos atentos, para não deixarmos fugir nada. O fio condutor nunca se perdeu e levou-nos ao tal encontro tríplice. Gostava de vos falar mais sobre os momentos de felicidade que nos envolveram e que os convivas tão bem compreendem e sentem, mas para não ser injusto convosco, não o faço. Digo-vos apenas que vale o esforço ou até o sacrifício que fazemos para deixar tudo e ir ter com Deus que está ali à nossa espera com a sua mão estendida.

Jorge Giroto (Convívio Fraterno 1052)

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Sobre o 4º Dia...

Findo o encerramento aí vamos nós todos contentes levar a nossa herança, a nossa luz. Sabíamos que íamos encontrar o mesmo mundo do qual tínhamos saído mas se dúvidas houvesse, a Gnr fez questão de as dissipar numa operação stop quando revistou o carro de um conviva por suspeita de tráfico de droga. O João, a Belinha e o Henrique ficaram a olhar para aquele espectáculo que permitia aos mais recentes convivas Carlos e Vasco ter a certeza que estavam de volta ao mundo da desconfiança, do medo, da falta de paz, do desespero.
Não é fácil manter a chama acesa. Os ventos são fortes e quase sempre desfavoráveis. Mas isso não pode ser desculpa para abandonarmos a missão. Afinal, “desistir é próprio dos fracos”. Era bonito escolhermos o mundo onde vivemos, mas não é possível. Pessoas boas, paz, amor, prosperidade… mas não foi nesse mundo que Deus nos colocou. Se estamos neste, é porque temos uma missão cujo ponto principal é torná-lo cada vez melhor.
No filme “Call Girl”, quase no fim, quando a investigação central termina e estava tudo preparado para deter os suspeitos, cai tudo por terra e ninguém é condenado por causa de um simples erro processual. Ao avaliarem a situação, um dos dois policias responsáveis, o mais novo, quer desistir porque não vale a pena, que o mundo é um lugar mau e eles não o estão a mudar. A resposta do seu colega mais velho é ao mesmo tempo fascinante e óbvia: - “Isto está mal, mas se nós não estivéssemos cá, estaria ainda pior.
Porque é que me lembrei disto? Para estabelecer uma analogia entre a policia e a religião, entre aqueles policias cheios de vontade de mudar o mundo e nós convivas. Sabemos que não o vamos mudar, mas resta-nos a consolação de saber que se nós não estivéssemos cá, isto estaria ainda pior.
O quarto dia é isto. É acreditar que podemos fazer algo para melhorar, é levar esta herança de felicidade aos outros, mostrar no cimo da montanha esta chama que nos guia para Cristo. Esta tarefa designada de quarto dia há-de ocupar-nos não apenas nas 24 horas seguintes ao convívio, como dá a entender a expressão “quarto dia”, mas durante a semana seguinte, o mês e o ano seguintes, no fundo, durante toda a nossa vida. Se deixamos apagar a chama ou ficamos com a herança apenas para nós, não fez sentido fazer o convívio e não percebemos a sua mensagem. Ser conviva da paz e do amor é também ser sal, ser luz, ser fermento.
A única regra é a perseverança. Sem ela desistimos à primeira contrariedade e deitamos a perder toda a riqueza que possuíamos. Força convivas

Jorge Giroto (Convívio Fraterno 1052)

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