Sorri um pouco mais :-)

Procura sorrir um pouco mais. O sorriso é retrato da paz interior, do mesmo modo que se diz que os olhos espelham a alma. Andando pelas ruas, recebendo em tua casa, frequentando os teus círculos sociais - tem sempre um sorriso nos lábios. Não duvides nunca do bem que isso faz, da tranquilidade que exprime, do bem que irradia. A vida está demasiado difícil para que possas dispensar o sorriso amigo, fraterno e carinhoso.

[Pensamento de Pe. Nobre adaptado de "Comece o dia Feliz"]

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As Férias segundo Joseph Ratzinger (Bento XVI)

TEMPO DE FÉRIAS - Poder descansar (*)
Os discípulos colocaram a Jesus o problema do stress e do descanso.
Os discípulos regressavam da primeira missão, muito entusiasmados com a experiência e com os resultados obtidos. Não paravam de falar sobre os êxitos conseguidos. Com efeito, o movimento era tanto que nem tinham tempo para comer, com muitas pessoas à sua volta.
Talvez esperassem ouvir algum elogio por tanto zelo apostólico. Mas Jesus, em vez disso, convida-os a um lugar deserto, para estarem a sós e descansarem um pouco.
Creio que nos faz bem observar neste acontecimento a humanidade de Jesus. A sua acção não dizia só palavras de grandeza sublime, nem se afadigava ininterruptamente por atender todos os que vinham ao seu encontro. Consigo imaginar o seu rosto ao pronunciar estas palavras.
Enquanto os apóstolos se esforçavam cheios de coragem e importância que até se esqueciam de comer, Jesus tira-os das nuvens. Venham descansar!
Sente-se um humor silencioso, uma ironia amigável, com que Jesus os traz para terra firme. Justamente nesta humanidade de Jesus torna-se visível a divindade, torna-se perceptível como Deus é.
A agitação de qualquer espécie, mesmo a agitação religiosa não condiz com a visão do homem do Novo Testamento. Sempre que pensamos que somos insubstituíveis; sempre que pensamos que o mundo e a Igreja dependem do nosso fazer, sobrestimamo-nos.
Ser capaz de parar é um acto de autêntica humildade e de honradez criativa; reconhecer os nossos limites; dar espaço para respirar e para descansar como é próprio da criatura humana.
Não desejo tecer louvores à preguiça, mas contribuir para a revisão do catálogo de virtudes, tal como se desenvolveu no mundo ocidental, onde trabalhar parece ser a única atitude digna. Olhar, contemplar, o recolhimento, o silêncio parecem inadmissíveis, ou pelo menos precisam de uma explicação. Assim se atrofiam algumas faculdades essenciais do ser humano.
O nosso frenesim à volta dos tempos livres, mostra que é assim. Muitas vezes isso significa apenas uma mudança de palco. Muitos não se sentiriam bem se não se envolvessem de novo num ambiente massificado e agitado, do qual, supostamente, desejavam fugir.
Seria bom para nós, que continuamente vivemos num mundo artificial fabricado por nós, deixar tudo isso e procurarmos o contacto com a natureza em estado puro.
Desejaria mencionar um pequeno acontecimento que João Paulo II contou durante o retiro que pregou para Paulo VI, quando ainda era Cardeal. Falou duma conversa que teve com um cientista, um extraordinário investigador e um excelente homem, que lhe dizia: "Do ponto de vista da ciência, sou um ateu...". Mas o mesmo homem escrevia-lhe depois: "Cada vez que me encontro com a majestade da natureza, com as montanhas, sinto que Ele existe".
Voltamos a afirmar que no mundo artificial fabricado por nós, Deus não aparece. Por isso, temos necessidade de sair da nossa agitação e procurar o ar da criação, para O podermos contactar e nos encontrarmos a nós mesmos.
(*) Card. J. Ratzinger "Esplendor da Glória de Deus" Editorial Franciscana, 2007, pág. 161.

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Encontro Nacional de Convivas



Pessoal, está aí a chegar o Encontro Nacional de Convivas. Dias 13 e 14 de Setembro, em Fátima. A dormida mais a viagem são 25€. A partida será no dia 13, junto à Sé, em Lamego, às 8:00. Podes fazer a tua inscrição até 5 de Setembro. Inscreve-te. Se costumas ir, já sabes, não podes perder. Se é a primeira vez, vais ver que depois desta, nunca mais vais querer faltar.

Pe.Marcos Alvim: 966230154 / 917939951
alvim1976@hotmail.com

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Foi nos passados dias 23, 24 e 25 de Abril que sempre fui ao “famoso” Convívio Fraterno. Chegando ao local encontrámos um grupo de pessoas a cantar, a rirem-se e a primeira coisa que eu pensei foi: nunca mais é segunda-feira (dia 25). Pois… e a segunda-feira sempre chegou, rápida demais. Nesses dias posso dizer que passei os melhores momentos da minha vida.
Agora percebo o porquê de toda a gente que participou nos Convívios Fraternos, sair de lá com uma alegria imensa, porque lá encontraram ou reencontraram Deus!!!
Todos os dias foram muito importantes, mas o segundo dia para mim foi, sem dúvida alguma, o mais importante. E importante porquê?! Porque foi o dia que mais próximo estive de Deus. O facto de podermos “falar” com Ele”, fez-me sentir uma enorme paz de espírito e um bem estar comigo mesmo. Senti-me em pleno equilíbrio para com a vida.
Agradeço a todas as pessoas que me incentivaram a ir, mas acima de tudo, agradeço a Deus por ter posto todas estas pessoas a fazerem parte da minha vida.
Neste momento sinto uma chama enorme que se acende dentro de mim, e aconselho a todos os que puderem ir aos futuros Convívios, que vão e desfrutem ao máximo o prazer de estar com Ele! “Não tenhais medo abri as portas a Cristo”, deixai Deus entrar nos vossos corações, porque Ele é tudo!

Nelson Alves (CF 972)

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Imagens que falam por si....



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Sê optimista

Sê optimista. Encara todos os problemas da vida como uma prova de avaliação para as conquistas da vitória sobre cada um deles. Tudo passa. Tanto as alegrias como as dificuldades, por maiores que sejam. Nada é insuperável para quem sabe lutar e, sobretudo, para quem nunca se esquece da sua origem divina. Ou será que te esqueceste de que o Pai te vê, te acompanha e te ampara em cada passo que dás?

[Pensamento de Pe. Nobre adaptado de "Comece o dia Feliz"]

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Abraço amigo…

Foi no dia 12 de Julho que decorreu o encontro inter-diocesano de convivas com os nossos amigos de Viseu. Foi neste espírito que aconteceu um dos abraços fraternos com mais significado e que me deixa a pensar …

Curiosos para saber ?? Então vou contar…

A caminhada terminava no santuário de nossa Senhora da Lapa, procurávamos espalharmo-nos junto ao altar para ouvir com toda a atenção as palavras fantásticas do nosso amigo pe. Zé Fernando. Eu fiquei mesmo abaixo das escadas… eis que uma coisa estranha acontece… um conviva muito querido por todos, não vê as escadas e acaba por cair, o mais curioso foi cair mesmo em cima de mim e eu segurei-o da forma mais bonita, com um abraço…

Ainda hoje me pergunto como consegui fazer aquilo, afinal eu sou tão magrinha e ele bem mais forte que eu. Claro que a colega que estava ao meu lado ajudou e certamente o conviva também… Será que o abraço quer dizer alguma coisa? Será que foi Deus que me ajudou a dar o abraço? Será que quando caimos está sempre alguém para nos abraçar? Será que nós somos capazes de dar esse abraço? Será que somos capazes de perdoar uma queda com um abraço??

Deixo ainda um abraço fraterno a todos vocês, amiguinhos….

Carla Lopes CF 1052

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Vaso Chinês

Uma velha senhora chinesa possuía dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.
Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Este último estava sempre cheio de água ao fim da longa caminhada do rio até casa, enquanto o rachado chegava meio vazio.
Durante muito tempo a coisa foi andando assim, com a senhora chegando a casa somente com um vaso e meio de água.
Naturalmente o vaso perfeito era muito orgulhoso do próprio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer.
Depois de dois anos, reflectindo sobre a própria amarga derrota de ser 'rachado', o vaso falou com a senhora durante o caminho: 'Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho faz-me perder metade da água durante o caminho até a sua casa...'
A velhinha sorriu:
Reparaste que lindas flores há somente do teu lado do caminho? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E todos os dia, enquanto a gente voltava, tu regava-las.
Durante dois anos pude recolher aquelas belíssimas flores para enfeitar a mesa. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa.
Cada um de nós tem o seu próprio defeito. Mas é o defeito que cada um de nós tem, que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante.
É preciso aceitar cada um pelo que é... E descobrir o que há de bom nele.'
Portanto, meu 'defeituoso' amigo/a, tem um bom dia e lembra-te de regar as flores do teu lado do caminho...
(autor desconhecido)
[Texto partilhado por Anabela Talhada, CF 1052]

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