O Senhor ressuscitou no coração de trinta jovens que, agora sabem, o quanto são amados e o quanto podem amar.
Celebremos todo este feliz acontecimento!
E, aos novos convivas, não se esqueçam:
«E a vida não vai parar! Vai como o vento! Tens tudo a dar, não percas tempo! Podes saber que vais chegar onde Deus te levar.»
P.S. Aguardamos o envio dos vossos testemunhos e das fotografias do Encerramento para poder partilhar com todos!
Comemora-se hoje, 8 de Dezembro, o dia da Imaculada Conceição. Imaculada Conceição de Maria significa que a Virgem Maria foi preservada do pecado original.
A celebração de uma padroeira é uma expressão de respeito por aqueles que confiam na presença de Deus nas suas vidas. Ao longo da História de Portugal, sobretudo em momentos difíceis, quando o país perde a confiança em si próprio, é vulgar observarmos esta evocação divina, fonte de esperança, para refazer Portugal.
D. Afonso Henriques, em plena Reconquista por terras de Santarém, pediu a Graça Divina para enfrentar os sarracenos e a partir daqui não mais se deixou de a pedir.
Também D. João I, antes da Batalha de Aljubarrota, colocou nas portas da capital inscrições de louvor à Virgem, acabando com a construção do Mosteiro da Batalha, dedicado a Nossa Senhora, em reconhecimento da sua intercepção; o mesmo se passou com o seu esforçado companheiro D. Nuno Alvares Pereira, também ele, em agradecimento a Santa Maria, mandou construir o Convento do Carmo, em Lisboa.
O rei D. Duarte também reforçou a devoção a Maria, que foi, assim, acompanhando a vida dos portugueses. Apesar de a veneração, como vimos, desde há muito estar enraizada na Fé dos portugueses, só com D. João IV se oficializou. Com efeito, nas cortes celebradas em Lisboa, no ano de 1646, este monarca declarou a Virgem Nossa Senhora da Conceição Padroeira do Reino de Portugal, prometendo-lhe, em seu nome e no dos seus sucessores, o tributo anual de 50 cruzados de ouro. Ordenou o mesmo soberano que os estudantes da Universidade de Coimbra, antes de tomarem algum grau, jurassem defender a Imaculada Conceição. Comemorou, ainda, este facto com a cunhagem de moedas de ouro e de prata, gravadas no reverso com a imagem de Nossa Senhora. Esta iniciativa régia foi igualmente responsável pelo acréscimo do culto da Imaculada Conceição ao longo do séc. XVII, bem ilustrado pela construção de capelas um pouco por todo o país. Ao longo da 4ª dinastia e até à actualidade nunca mais se abandonou esta veneração.
O dogma da Imaculada Conceição foi definido pelo Papa Pio IX, em 8 de Dezembro de 1854.
O Dia da Mãe possui uma carga de afectos e de sentimentos de piedade muito grande.»
in http://o-povo.blogspot.com/
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Aproxima-se a passos largos o próximo Convívio Fraterno de Lamego! Decorre nos dias 27 a 29 de Dezembro de 2011 na Casa de S. José (Lamego).
Se estás interessado ou conheces alguém interessado pede mais informações ao teu Pároco, aqui no blog ou a algum membro da equipa coordenadora.
Uma experiência única, irrepetível e inesquecível.
Atreves-te? ;-)
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As últimas palavras de Bento XVI aos Jovens de Portugal:
«Queridos jovens e amigos de língua portuguesa, encontrastes Jesus Cristo! Sentir-vos-eis em contra-corrente no meio duma sociedade onde impera a cultura relativista que renuncia a buscar e a possuir a verdade. Mas foi para este momento da história, cheio de grandes desafios e oportunidades, que o Senhor vos mandou: para que, graças à vossa fé, continue a ressoar a Boa Nova de Cristo por toda a terra. Espero poder encontrar-vos daqui a dois anos, na próxima Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, Brasil. Até lá, rezemos uns pelos outros, dando testemunho da alegria que brota de viver enraizados e edificados em Cristo. Até breve, queridos jovens! Que Deus vos abençoe!»
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«Sucesso é a habilidade de ir de um fracasso a outro, sem perder o entusiasmo.»
Winston Churchill
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Quando pensamos na missão da Igreja temos sempre de considerar aquilo que hoje, no lugar que lhes toca viver, e nas circunstâncias concretas os cristãos, cada um e a comunidade no seu todo, são chamados a fazer. Mas depois temos de ter bem presente o que é o seu “contributo específico”.
Alguns aspectos da realidade europeia precisam de ser enfrentados: a relação entre unidade e pluralidade, a todos os níveis, desde a relação entre cada país e a União Europeia até ao ecumenismo. De certo modo relacionado com esta questão vem o multiculturalismo que se torna mais visível e importante quando o fenómeno migratório adquire na Europa uma dimensão excepcional (hoje há cerca de 36 milhões de imigrantes na Europa, há 20 anos eram 21 milhões!). Há, depois a questão da família fundada no matrimónio e berço de vidas novas que é a base de uma sociedade capaz de acolher o outro e de progredir e que hoje é posta em causa de tantos modos. Associada à crise da família está, por isso, a desafeição pela vida daqueles que são mais frágeis: os que ainda não nasceram, os idosos ou doentes, os deficientes. Não estranha, nestas circunstâncias, o inverno demográfico. Pensar que há quase tantos jovens com menos de 24 anos no Egipto como em toda a União europeia faz temer o futuro. É certo que há muita coisa boa hoje, basta pensar no desenvolvimento tecnológico que aproxima tanta gente. Ou no progresso da ciência que ajuda tantos doentes. Mas se não houver uma pessoa adulta com uma consciência bem formada, sabemos que aquilo que é bom pode ser mal utilizado. Há, depois a questão económica. A Europa está em crise e são várias as razões. A crise afecta realmente muita gente. O desemprego é gravíssimo. São tantas as famílias que sofrem hoje. Tudo isto nos faz sentir falta de bons políticos que queiram mesmo servir o bem comum e não o seu próprio bem ou o de uma qualquer agremiação ideológica.
Tendo tudo isto presente somos levados a dizer que a crise hoje é sobretudo cultural. Uma cultura desorientada. A arte que deixa de ter relação com a beleza e com a verdade, as leis que se desligam da natureza das coisas e das pessoas, as próprias palavras que perdem o significado ou adquirem outro para esconder projectos políticos. E acima de tudo o facto de se tonar normal preferir viver distraído do que pensar no sentido da vida. A própria fé, que se não for a resposta a um desejo consciente do coração humano é um simples sentimentalismo sem capacidade de incidir na vida quotidiana, deixa de ter lugar na vida real. Deus como que é relegado para o outro mundo.
Mas a questão permanece: qual é a missão da Igreja nesta Europa de hoje? No Portugal de agora? Não há dúvida que a Igreja tem uma missão urgente, mas é preciso perceber bem o que é o seu contributo próprio. O Santo Padre na Encíclica Caritas in Veritate, diz, claramente, que a “Igreja não tem soluções técnicas para oferecer e não pretende « de modo algum imiscuir-se na política dos Estados »; mas tem uma missão ao serviço da verdade para cumprir, em todo o tempo e contingência, a favor de uma sociedade à medida do homem, da sua dignidade, da sua vocação.” (CiV 9).
Podemos, então, concluir que em todos os grandes e pequeno desafios a Igreja hoje, como sempre, é chamada a Evangelizar. Quando a Igreja se perde a discutir soluções técnicas para os problemas económicos, ecológicos ou técnicos e se esquece a sua identidade e fica sem saber qual é o seu “contributo específico”. Para ser fiel a si mesma, ela é chamada a dar Jesus Cristo ao mundo, a falar da salvação, da vitória da misericórdia sobre o pecado, do amor de Deus que veio para nos dar uma vida em abundância. E graças a Deus, hoje há, em toda a Europa, e apesar das crises, muitos lugares onde é possível encontrar pessoas apaixonadas por Jesus Cristo e que O conseguem transmitir. Há sede de Deus e há quem anuncie. Basta estar com atenção. Como dizia santo Agostinho: “fomos exortados a cantar um cântico novo. Ora, o homem novo é quem conhece o cântico novo. E o cantar é sinal de alegria e, se consideramos com mais atenção, é expressão de amor (sermão 34).
Alguns aspectos da realidade europeia precisam de ser enfrentados: a relação entre unidade e pluralidade, a todos os níveis, desde a relação entre cada país e a União Europeia até ao ecumenismo. De certo modo relacionado com esta questão vem o multiculturalismo que se torna mais visível e importante quando o fenómeno migratório adquire na Europa uma dimensão excepcional (hoje há cerca de 36 milhões de imigrantes na Europa, há 20 anos eram 21 milhões!). Há, depois a questão da família fundada no matrimónio e berço de vidas novas que é a base de uma sociedade capaz de acolher o outro e de progredir e que hoje é posta em causa de tantos modos. Associada à crise da família está, por isso, a desafeição pela vida daqueles que são mais frágeis: os que ainda não nasceram, os idosos ou doentes, os deficientes. Não estranha, nestas circunstâncias, o inverno demográfico. Pensar que há quase tantos jovens com menos de 24 anos no Egipto como em toda a União europeia faz temer o futuro. É certo que há muita coisa boa hoje, basta pensar no desenvolvimento tecnológico que aproxima tanta gente. Ou no progresso da ciência que ajuda tantos doentes. Mas se não houver uma pessoa adulta com uma consciência bem formada, sabemos que aquilo que é bom pode ser mal utilizado. Há, depois a questão económica. A Europa está em crise e são várias as razões. A crise afecta realmente muita gente. O desemprego é gravíssimo. São tantas as famílias que sofrem hoje. Tudo isto nos faz sentir falta de bons políticos que queiram mesmo servir o bem comum e não o seu próprio bem ou o de uma qualquer agremiação ideológica.
Tendo tudo isto presente somos levados a dizer que a crise hoje é sobretudo cultural. Uma cultura desorientada. A arte que deixa de ter relação com a beleza e com a verdade, as leis que se desligam da natureza das coisas e das pessoas, as próprias palavras que perdem o significado ou adquirem outro para esconder projectos políticos. E acima de tudo o facto de se tonar normal preferir viver distraído do que pensar no sentido da vida. A própria fé, que se não for a resposta a um desejo consciente do coração humano é um simples sentimentalismo sem capacidade de incidir na vida quotidiana, deixa de ter lugar na vida real. Deus como que é relegado para o outro mundo.
Mas a questão permanece: qual é a missão da Igreja nesta Europa de hoje? No Portugal de agora? Não há dúvida que a Igreja tem uma missão urgente, mas é preciso perceber bem o que é o seu contributo próprio. O Santo Padre na Encíclica Caritas in Veritate, diz, claramente, que a “Igreja não tem soluções técnicas para oferecer e não pretende « de modo algum imiscuir-se na política dos Estados »; mas tem uma missão ao serviço da verdade para cumprir, em todo o tempo e contingência, a favor de uma sociedade à medida do homem, da sua dignidade, da sua vocação.” (CiV 9).
Podemos, então, concluir que em todos os grandes e pequeno desafios a Igreja hoje, como sempre, é chamada a Evangelizar. Quando a Igreja se perde a discutir soluções técnicas para os problemas económicos, ecológicos ou técnicos e se esquece a sua identidade e fica sem saber qual é o seu “contributo específico”. Para ser fiel a si mesma, ela é chamada a dar Jesus Cristo ao mundo, a falar da salvação, da vitória da misericórdia sobre o pecado, do amor de Deus que veio para nos dar uma vida em abundância. E graças a Deus, hoje há, em toda a Europa, e apesar das crises, muitos lugares onde é possível encontrar pessoas apaixonadas por Jesus Cristo e que O conseguem transmitir. Há sede de Deus e há quem anuncie. Basta estar com atenção. Como dizia santo Agostinho: “fomos exortados a cantar um cântico novo. Ora, o homem novo é quem conhece o cântico novo. E o cantar é sinal de alegria e, se consideramos com mais atenção, é expressão de amor (sermão 34).
Pe. Duarte da Cunha, Secret. Geral do CCEE in A Voz da Verdade
«Novidade absoluta. Bento XVI dialogou, directamente, com um grupo de astronautas em órbita.
Do lado de cá, estava o Papa, sentado na sua biblioteca, com um ecrã à sua frente. Do lado de lá, no espaço, um grupo bem-disposto de onze homens e uma mulher, cujos cabelos mais pareciam uma juba, por causa da falta de gravidade, circunstância, aliás, que fez sorrir o Papa.
Por várias vezes: por exemplo, quando lhe mostraram uma moeda e ela ficou parada à frente deles sem cair e, também, ao despedirem-se, quando um dos astronautas começou a levitar e tiveram de o puxar por um pé.
A conversa durou 20 minutos. Bento XVI fez perguntas sobre a grandeza do Universo, sobre Deus, sobre o Ambiente, sobre o futuro da Humanidade, mas também se interessou pelo estado de saúde da mulher de um dos comandantes e perguntou a outro, a quem morreu a mãe, como viveu esses momentos de dor.
Perguntas tão pessoais que, aparentemente, contrastavam com aquele momento histórico, mas que revelam, afinal, a profunda humanidade do Papa, pois, ainda mais importante do que o protagonismo técnico, é a capacidade de olhar para cada ser humano no seu todo. »
Do lado de cá, estava o Papa, sentado na sua biblioteca, com um ecrã à sua frente. Do lado de lá, no espaço, um grupo bem-disposto de onze homens e uma mulher, cujos cabelos mais pareciam uma juba, por causa da falta de gravidade, circunstância, aliás, que fez sorrir o Papa.
Por várias vezes: por exemplo, quando lhe mostraram uma moeda e ela ficou parada à frente deles sem cair e, também, ao despedirem-se, quando um dos astronautas começou a levitar e tiveram de o puxar por um pé.
A conversa durou 20 minutos. Bento XVI fez perguntas sobre a grandeza do Universo, sobre Deus, sobre o Ambiente, sobre o futuro da Humanidade, mas também se interessou pelo estado de saúde da mulher de um dos comandantes e perguntou a outro, a quem morreu a mãe, como viveu esses momentos de dor.
Perguntas tão pessoais que, aparentemente, contrastavam com aquele momento histórico, mas que revelam, afinal, a profunda humanidade do Papa, pois, ainda mais importante do que o protagonismo técnico, é a capacidade de olhar para cada ser humano no seu todo. »
Aura Miguel in RR on-line 27-05-2011
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Colin Atkinson está a passar as passas do Algarve em terras da sua graciosa majestade britânica. Com efeito, foi-lhe instaurado um processo disciplinar pela Wakefield and District Housing, de que é, desde 2006, funcionário. O motivo é insólito, porque este electricista não falta ao trabalho, não é incompetente, não desrespeita os patrões, não implica com os colegas, não é indelicado com os clientes. O crime de Atkinson é ser cristão e ter o atrevimento de usar uma singela cruz no parabrisas do carro de serviço. Se fosse uma figa, uma ferradura ou um peluche, ninguém se incomodaria, mas uma cruz é, pelos vistos, intolerável e, por isso, Colin Atkinson corre sérios riscos de ser posto na rua, mas desta vez sem a viatura.É da praxe, em certos veículos pesados, a exibição de «posters» de muito mau gosto, mas ninguém fica perturbado pelo facto, nem é razão para uma sanção laboral. Que uma pessoa ande escandalosamente trajada na via pública – seja uma mulher de barriga ao léu, ou um rapaz de cuecas à mostra – não é tido por indecente. Mas se um crente usar um discreto símbolo religioso, é logo acusado de agredir o próximo, nomeadamente quantos não professam a sua religião. Para a responsável Jayne O’Connell, a pequena cruz que Colin Atkinson usa no seu carro poderia ofender as pessoas e é política da Wakefield and District Housing «ser respeitosos com todas as confissões e pontos de vista». Menos o cristão, claro.
Diga-se de passagem que tem o seu quê de absurdo este dogma laicista. Porque carga de água uma cruz há-de ser insultuosa para os não cristãos, se nenhum cristão se sente ultrajado por um crescente, ou por uma estrela de David? E porque não entender que um amuleto é também ofensivo, não apenas para a fé, mas também para a razão? E as orquestras, não serão acintosas para os surdos? E os museus, não são também, vistos por esse prisma, desrespeitosos para com os invisuais? Será que as fotografias dos familiares do anfitrião são indelicadas para os seus convidados, só porque não são os parentes deles? Ou seria desejável que o dono da casa retirasse todos os retratos de família, cada vez que recebe alguém?
No Restelo, há uma escultura de Mohandas K. Gandhi, por onde passo com frequência e confesso que nunca me senti ofendido por aquela estátua. Agrada-me esta merecida homenagem ao insigne apóstolo da paz, embora não siga a sua espiritualidade, não partilhe a sua opção vegetariana, nem concorde com algumas das suas atitudes morais. Não creio que a ninguém lhe cause incómodo a efígie do Mahatma na via pública, a não ser que a singeleza do seu trajar provoque, em pleno inverno, alguns arrepios aos transeuntes mais friorentos. Mas isso não quer dizer que a sua imagem seja agressiva para os amantes de mais tépidas temperaturas, como também o facto de não ser cristão o não faz insolente para quantos o somos, graças a Deus.
A ideia de que qualquer opção cultural, religiosa ou não, que não seja politicamente correcta, deve ser ocultada e suprimida é, na sua essência, totalitária. A proibição de manifestações externas de culto, mais do que um ataque às religiões, é um atentado à liberdade. Não é por acaso que os inimigos da liberdade o são também da presença pública de símbolos religiosos. Por isso, Estaline arrasou inúmeras igrejas e Salazar não permitiu que a sinagoga de Lisboa fosse visível da via pública.
Há menos de um século, um tresloucado líder político europeu propôs-se erradicar da face da terra a raça judaica. Chamava-se Hitler, Adolf Hitler. Temo que os modernos inimigos do divino crucificado, também ele judeu, sejam uma nova modalidade do mesmo ódio. Depois de proibirem todas as manifestações públicas da fé cristã, é provável que se proponham também exterminar o povo que tem, por seu Senhor e Mestre, a Jesus de Nazaré e, por bandeira, a sua santa cruz.
Gonçalo Portocarrero de Almada
in Público, 2011-05-17
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