Experiência da gratuidade‏

"Quando deres um presente ou um jantar não o dês nem convides a quem te pode retribuir." Dá-o antes aos pobres que não to podem pagar!
Serás feliz, vais ver! Que estranho, mas é verdade!
Há presentes que não são ofertas, são anzóis; há beijos e abraços que são comércio e não dom. Fica-se na expectativa, à espera do resultado, a contabilizar o investimento. Ora só a gratuidade dá felicidade, ela é fonte de liberdade e torna-nos semelhantes a Deus.
NÃO HÁ SOLUÇÕES, HÁ CAMINHOS
Vasco P. Magalhães, sj

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Dificuldades

Sempre que ansiamos por uma vida sem dificuldades, lembremo-nos que os carvalhos crescem fortes com ventos contrários e que os diamantes se fazem sob pressão.
Peter Marshall
Pastor presbiteriano americano

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Recadinho de Deus VIII

Nota:

Se pensas que a Monalisa é admirável tens que ver a minha obra! Ao espelho.

Ass:. Deus

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Caro Conviva,


nos dias 8 e 9 de setembro vai realizar‐se, à semelhança dos anos anteriores, o XXXIX Encontro Nacional de Convívios Fraternos, com o tema “Leva‐me mais longe”
Este encontro nacional é uma boa oportunidade para que os convivas, das nossas paróquias, possam fortificar a chama do Amor a Deus que no convívio fraterno assumiu um novo vigor, pelo testemunho, alegria, festa e celebração da Fé em Jesus Cristo sobre o olhar atento da Virgem Maria, a Senhora de Fátima.

Neste sentido pedia‐te que participasses e desses a conhecer a outros convivas o seguinte:

a) Os Convivas da Diocese de Lamego têm reservado alojamento em Fátima, no Convento dos Dominicanos, bastando para isso que nos confirmem, até ao dia 2 de setembro o número de participantes com o P. Zé Fernando ou com a Iolanda Bravo. O custo do alojamento é de 8euros.

b) As refeições e transportes ficam da responsabilidade de cada um, podendo organizar‐se boleias através da confirmação com a Iolanda Bravo.

c) O programa do Encontro encontra-se disponível aqui no blogue!

Contamos contigo?

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Sucesso

Sucesso é a habilidade de ir de um fracasso a outro, sem perda de entusiasmo.
Winston Churchill

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Recadinho de Deus VII

Nota:

Passa lá em casa no domingo, antes do jogo.

Ass:. Deus

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Não haverá mesmo homens rectos em Portugal?

Ainda no avião, e no início da sua viagem a Portugal, Bento XVI declarou que a grande perseguição à Igreja "não vem de inimigos externos, mas nasce do pecado na Igreja"[1], o pecado que os filhos da Igreja praticam. O mesmo Bento XVI declarou na celebração eucarística em Lisboa que nada destruirá a Igreja, nem sequer o pecado que no seu interior se pratica, porque ela, apesar de ter filhos pecadores, é santa, da santidade do seu esposo, Cristo, e da santidade dos santos, que são esses que, como disse Bento XVI, reflectem perfeitamente o rosto da Igreja: "A ressurreição de Cristo assegura-nos que nenhuma força adversa poderá jamais destruir a Igreja"[2].

Este pormenor é muito importante, que os jornalistas de propósito não consideraram, apontando logo o dedo para os outros, como se eles estivessem fora, e não participassem nem no pecado que se pratica na Igreja, se forem católicos (e muitos são pelo menos baptizados, e não viver de acordo com o baptismo já faz parte desse pecado de que fala o Papa) nem no que se pratica no mundo, o pecado do mundo, nesta cultura do terror e da morte que o homem provoca, mas que não pode parar. Deste pecado falou Bento XVI na homilia em Fátima, e já antes havia o denunciado na sua recente encíclica, A Caridade na Verdade (CV 75).

Na homilia no Porto o Papa interpelou os leigos a darem testemunho de Cristo no lugar em que se encontram no mundo, porque “se não fordes vós as suas testemunhas no próprio ambiente, quem o será em vosso lugar?"[3]. Ora quando se fala na corrupção em Portugal, os cristãos católicos têm grande responsabilidade nisso, e isso faz parte do pecado que se pratica na Igreja, que não pode por isso reduzir-se à sacristia e aos domínios do culto; quando elementos da hierarquia dizem que a Igreja não intervém em determinadas questões – as questões fracturantes - porque elas não são especificamente religiosas, também isso faz parte das omissões e dos silêncios que são o pecado que se pratica na Igreja e que é um dos seus grandes inimigos.

Onde estão os homens rectos que Bento XVI diz ser necessário existir para que em Portugal e no mundo possa construir-se a justiça e a paz? Na encíclica Caridade na Verdade recorda o Papa: "O desenvolvimento é impossível sem homens rectos, sem operadores económicos e homens políticos que sintam intensamente em suas consciências o apelo do bem comum" (CV 71). Quando o Presidente da República promulga leis que vão directamente contra o sentir comum da sociedade portuguesa e da moral católica, abdicando (por alegadas razões políticas) dos princípios nos quais diz pessoalmente acreditar, onde está o carácter, a rectidão, a firmeza que faz os homens grandes nos momentos cruciais da história? Infelizmente parece que já não há homens em Portugal, já não há pastores, e o rebanho encontra-se à mercê de mercenários sem escrúpulos, dispostos a vender a alma ao diabo!...

Como foi diferente a atitude dos Pastorinhos de Fátima: eles acolheram o convite do céu, feito pelo Anjo e Nossa Senhora para rezarem e se sacrificarem pela conversão dos pecadores para que as suas almas não fossem para o inferno; para repararem os pecados que estavam na origem dos males no mundo: as perseguições à Igreja e ao Papa, as guerras e devastações, o extermínio de tantas nações…; para oferecerem as suas vidas para consolarem Deus dos pecados que tanto O ofendiam e ao Coração Imaculado de Maria. E assim fizeram recentemente outras crianças: como aquele menino de cinco anos que disse à sua professora, nas vésperas de Natal, que queria o presépio na escola e não o pai-natal, pois este é o símbolo da coca-cola; ou aquele outro, de 10 anos, que, em obediência ao seu pai, se recusou a participar numa aula de educação sexual, porque o seu pai não tinha sido informado pela escola acerca dos programas e dos conteúdos da disciplina, de acordo com a lei!...

Os Pastorinhos e estes dois meninos mostraram ser homens de carácter e homens rectos. A salvação de Portugal passará por eles, e passaria por tantos outros que o egoísmo e a perversão de leis favorecem o seu precoce desaparecimento. Quem será que hoje responde aos apelos do céu a reparar e a consolar Deus, porque Ele está tão triste?
José Jacinto Ferreira de Farias, scj
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[1] BENTO XVI em Portugal, Discursos e Homilias (Lisboa: Paulinas 2010) 12.
[1] BENTO XVI, Discursos e Homilias, 27.
[1] BENTO XVI, Discursos e Homilias, 105.

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Um sorriso em nome de Deus...

Já há dois anos que a minha prima, que fez o Convívio 1000 me falava para ir a um Convívio e eu fiquei com alguma curiosidade.

Este ano vieram ter comigo, “Susete, queres ir fazer o convívio?” e eu “vou”. No inicio pensava, será que vou aguentar estar sozinha, acho que se não aguentar venho-me embora... até que soube que uma amiga minha da escola também ia fazer, metade do receio do que se iria passar naquela casa estava passado…
Sexta, aí vou eu a caminho da Casa de S. José, não tinha noção de como ia ser a minha entrada, mas ao ver todas aqueles jovens, a cantar, sim já estavam muitos até porque eu cheguei atrasada, vi a minha amiga e fui para junto dela, mas cada vez sentia mais aquela dúvida do que iria acontecer, mas comecei a integrar-me. Fui para o quarto sem saber, o que iria acontecer no dia seguinte!
(... censurinha :) ...), tudo começou a ter outro sentido, muitas perguntas, algumas respostas, uma caminhada intensa.
(...) marcou toda gente, sim lágrimas correram, mas a nossa chama acendeu, porque nos sentimos de alma limpa. As Amizades já eram grandes, já tínhamos certeza de que podíamos contar uns com os outros.


(...) reflectimos em tudo que passamos ali, e a despedida, posso dizer desde já que das piores que já tive, porque sabia eu que aqueles irmãos que ali conheci, não iria poder estar com eles sempre que eu queria, mas estavam no meu coração e tinha certeza que Deus vai protegê-los e eu estarei a rezar por cada um deles, neste convívio cada um de nós acendeu de novo a chama…


4º Dia, hum, nem sei como explicar, foi um dia que custou imenso, a mim, e a todos. Porquê??? Naquela casa, tínhamos amigos verdadeiros, antes de eu ir para o convívio eu dizia” Estou no meio da multidão e não existe ninguém para me dar a mão”, agora neste quarto dia dizia «encontrei as pessoas que me deram a mão e que jamais irei largar porque sei que Deus também esta a dar-me o abraço que necessito». Lágrimas caíram sobre minha face, saudade bate forte, todas músicas, todos sorrisos puros que recebi, passavam em minha memória, agora lembro-me de todos com um carinho especial, e digo obrigado!
Agradeço a Deus por estes amigos, e por me dar a oportunidade de o conhecer melhor. Anseio estar com todos vós no dia 21 de Março e lembrem-se Deus esta em cada um de nós.


Meus amigos Um Sorriso Em nome de Deus…
Susete Pinto (CF 1092)

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