Natal

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Campanha de Natal pela PAV

Amiguinhos,

relançamos aqui no blog a categoria que reúne as inicativas que visam tornar o Natal uma verdadeira época de Amor e Fraternidade.

Começamos então com a
Campanha de Natal da Zon que é a favor do Ponto de Apoio à Vida!

Como poderão consultar aqui, foi-nos oferecido um número telefónico de valor acrescentado, disponível para todas as redes fixas e móveis entre o dia 30 de Novembro e o dia 6 de Janeiro.

Basta ligarem o número:
760 30 30 30 que custa €0,60 por minuto. Poderão ouvir a nossa mensagem de agradecimento e €0,48 serão oferecidos ao PAV.

Liguem e divulguem por todos os vossos amigos!

Juntem-se a nós e vamos fazer desta Campanha um grande presente do Menino Jesus para o PAV.

Ajudem-nos a cumprir a nossa Missão de O servirmos nas Mães que acolhemos!

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Bento XVI presidiu este Sábado à celebração das primeiras Vésperas do I Domingo do Advento, considerando que o tempo litúrgico de preparação para o Natal é de alegria interiorizada.

A homilia do Papa concentrou-se no sentido da palavra “vinda” (em latim, “adventus”), contida no Leitura breve proclamada, extraída da I Carta aos Tessalonicenses, em que o apóstolo Paulo nos convida a preparar a “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.

Classificando o Advento como “tempo da presença e da expectativa do eterno”, Bento XVI observou que precisamente por isso é, de modo especial, tempo de alegria.

O Papa fez notar que no mundo antigo, advento era o termo técnico para indicar a chegada de um funcionário, ou a visita de um rei ou imperador. Podia indicar também a vinda de uma divindade, que sai do escondimento para manifestar a sua potência, ou que é celebrada no culto. Usando esta palavra desde o início da historia da Igreja , os cristãos queriam substancialmente dizer: “Deus está aqui, não se retirou do mundo, não nos deixou sós. Embora não o possamos ver e tocar, como acontece com as realidades sensíveis, Ele está aqui e vem visitar-nos de múltiplos modos”.

Para Bento XVI, a expressão “advento” inclui também a ideia de “visita”, visita de Deus, que “entra na minha vida e quer dirigir-se a mim”.

“Outro elemento fundamental do Advento – observou ainda o Papa – é a espera, expectativa, que é ao mesmo tempo ‘esperança’. O Advento estimula-nos a captar o sentido do tempo e da história como ‘kairós’, como ocasião favorável para a nossa salvação”. “O homem, na sua vida, está permanentemente em expectativa, à espera: quando é criança, quer crescer; como adulto, tende à realização e ao sucesso; avançando na idade, aspira a um merecido repouso. Mas chega um momento em que descobre que esperou demasiado pouco de si mesmo; para além da profissão e da posição social, nada lhe resta para esperar”.

“A esperança marca o caminho da humanidade. Mas, para os cristãos, a esperança encontra-se animada por uma certeza: que o Senhor está presente no fluir da nossa vida, Ele acompanha-nos e um dia enxugará as nossas lágrimas. Um dia, não muito distante, tudo encontrará o seu cumprimento, no Reino de Deus, Reino de justiça e de paz”, prosseguiur.

Bento XVI convidou os fiéis a “viver intensamente o presente”, com os dons do Senhor que comporta, “projectados para o futuro, um futuro denso de esperança”. “Se Jesus está presente, já não existe qualquer momento privado de sentido, ou vazio. Se Ele está presente, podemos continuar a esperar mesmo quando os outros já não são capazes de nos ajudar, mesmo quando o presente se torna difícil, árduo”.

“O Advento – concluiu Bento XVI – é o tempo da presença e da expectativa do eterno. Precisamente por esta razão é, de modo particular, o tempo da alegria, de uma alegria interiorizada, que nenhum sofrimento pode anular. A alegria pelo facto de que Deus se fez menino. É esta alegria, invisivelmente presente em nós, que nos encoraja a caminhar confiantes”.

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Nomeação de Monsenhores em Lamego

Neste Ano Sacerdotal, Bento XVI, nomeou Monsenhores cinco sacerdotes da Diocese de Lamego, anunciou D. Jacinto Botelho, bispo local. São eles Joaquim Dias Rebelo, Vigário Geral, com o título de Prelado de Honra de Sua Santidade; os três sacerdotes que há mais tempo exercem o ministério de párocos: arciprestes P. José do Nascimento Gomes, P. António Martins Teixeira e P. Cândido António Lemos Azevedo, com o título de Capelães de Sua Santidade; e o P. Henrique Paulo da Fonseca, Pároco de Horta do Douro, Numão e Pereiros, a celebrar as suas Bodas de Ouro Sacerdotais e responsável pela construção da Igreja Paroquial de Horta do Douro, também com o título de Capelão de Sua Santidade.

in agencia.ecclesia.pt

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Fórum Convivas

Amigos, existe um novo espaço virtual dedicado a todos os que partilham a experiência de ter vivido um CF. É o Fórum Não Oficial dos Convívios Fraternos. Fomos contactados pelos responsáveis a pedirem autorização para usarem a nossa JukeBox =) e convidados para nos registarmos e participarmos.
Já te inscreveste? Não? Estás à espera de quê? Vamos lá fazer da Diocese de Lamego aquela com maior número de convivas registados. Toca a passar a palavra!
http://www.forumconvivas.com/

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Casa Ser Criança

A Abraço está a reconstruir a Casa Ser Criança, e todos podem ajudar, através do envio de cabos eléctricos que já não são utilizados e que podem ser reciclados.

Que tipo de Cabos?
Todos; telefone, computador, etc;

Como ajudar?
Indo a uma estação dos CTT, pede uma embalagem solidária, coloca os cabos e selecciona a Abraço de entre as várias Instituições, e os CTT fazem-nos chegar a caixa gratuitamente;

OU

Indo a um Centro Comercial Dolce Vita, e colocando os Cabos nas Casas Depósito

A Abraço agradece!!!

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Estandartes de Natal

«“Anuncio-vos hoje uma grande alegria que é para toda a gente!” (S. Lucas 2.10)

Esta notícia, diz-nos o Evangelho de S. Lucas, foi dada pelos anjos aos pastores no dia em que Jesus nasceu em Belém. Nenhum daqueles homens poderia suspeitar que naquela noite, no meio dos afazeres dos seus trabalhos, haviam de levantar os olhos ao céu para encontrarem Aquele que lhes era anunciado: “um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.” Ficaram os pastores cheios de alegria e voltaram para o seu ganha-pão com uma esperança renovada que não deixaram de comunicar.
Dois mil anos depois, o convite para levantar os olhos e contemplar o Deus Menino continua, nos dias de hoje, a ser dirigido a todos os homens e mulheres. Esta iniciativa dos Estandartes de Natal procura aproximar o Menino do presépio daqueles que, com um simples levantar de olhos, se cruzarem com Ele nas varandas e janelas das nossas casas.
Nestes dias que nos encaminham para o Natal, as nossas famílias cristãs retomam o sentido verdadeiro desta quadra festiva: que o nascimento de Jesus e a sua presença no meio dos homens é a causa da nossa alegria. Por isso, a pensar em amigos e para amigos, surgiu esta ideia de partilhar com todos os que passarem diante das nossas casas que a razão da nossa esperança está nAquela vida acabada de nascer.
Uma vida nova vem sempre acompanhada duma expectativa marcada por um sinal de esperança. Este foi o conteúdo da mensagem dos anjos: que em qualquer realidade familiar ou profissional, quando Jesus se torna presente, tudo ganha um sentido que até então parecia desconhecido. Com os Estandartes de Natal apenas continuamos o anúncio, feito nestes moldes originais, de proclamar às gentes da nossa terra que nestas famílias a esperança e a razão da alegria já lhes entraram pela casa adentro, reveladas na pequenez de uma Vida.
Nunca um rosto e o sorriso de um menino acabado de nascer passam despercebidos a quem quer que seja. Por isso, nada melhor que mostrá-Lo a todos os que passam nas correrias deste tempo nas ruas onde moramos... Que alguns olhos parem quando fixarem os olhos pequeninos daquele Deus Menino. E que, quando no regresso à pressa de se chegar para onde se ia, aqueles primeiros olhos baixarem, permaneça o olhar do Menino que acalma e tranquiliza todo o coração.
Com os estandartes colocados em cada casa chegou o tempo de anunciar que esta alegria é para toda a gente...
Um Santo Natal!»
Pe. Hugo Santos
(Capelão da Universidade Católica Portuguesa)
Mais informações em: www.estandartesdenatal.org

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Lutar ou não?

Não venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as vezes que não o fiz...

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