Em plena época de Natal, 59 jovens abdicaram da cor a alegria que se vive em todos os sítios para passarem três dias de encontro na Casa de São José, em Lamego.
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"Que cada pequena luzinha seja luzeiro em cada canto da vida!"
Etiquetas: CF 890, O meu Convívio Fraterno, Testemunho
Em plena época de Natal, 59 jovens abdicaram da cor a alegria que se vive em todos os sítios para passarem três dias de encontro na Casa de São José, em Lamego.
Chegaram tímidos, sem conhecerem quase ninguém... Não sabiam ao que vinham, nem o que os esperava! Sobre o Convívio, apenas sabiam que iria acabar dali a três dias! Nada mais... Naquela noite pouco mais desvendaram! Só lhes foi dito que um triplo encontro os aguardava: cada um iria encontrar-se consigo próprio, com os outros e com Deus. Como é que tal iria acontecer, estava ainda em segredo...
A música tocou cedo na sexta-feira! A pouca vontade de dormir na noite anterior espelhava-se agora nos olhos que se abriam com dificuldade. E a ansiedade? Dominava em cada espírito mais do que qualquer outro sentimento. Porque estariam ali? Para quê? O que iria acontecer?
O dia foi decorrendo chuvoso cá fora! Lá dentro, bem dentro de cada um, choviam dúvidas que pareciam não cessar. Sucediam-se em catadupa, de forma quase vertiginosa. Todas as certezas que permaneciam até ao dia anterior foram caindo por terra. Na realidade, os olhos não brilhavam muito! Era mais a vontade de ir embora que transparecia... Tinham deixado a família, os amigos, as luzinhas de Natal e para quê? Aquilo não era, de todo, o que estavam à espera (fosse o que fosse aquilo que esperavam...)!
A porta de saída, ao longo daquele primeiro dia, era a solução mais tentadora! Ir embora, ir embora, ir embora...Continuavam praticamente sem se conhecer! Não havia muito tempo para conversar e menos motivo de conversa ainda. A noite não trouxa nada de novo a não ser a falta de sono...
Novo dia, nova ânsia! Novamente, os acontecimentos foram sucedendo na expectativa do que viria a seguir. Começaram a surgir os primeiros sorrisos, as primeiras manifestações de à vontade! Começaram a conhecer-se e a perceber que estavam juntos no mesmo barco e que, fosse qual fosse a direcção, todos remavam no mesmo sentido...
As emoções chegavam vindas de todos os cantos! Qualquer coisa, por mais pequena que parecesse, inundava espíritos com alegria e vontade de ir mais além. Os muitos pontos de interrogação deram lugar a pontos definidos e a frases escritas em letra maiúscula! O entendimento surgia aos poucos e cada um começava então a perceber o seu papel ali... Nada é feito ao acaso!
E, à semelhança do mundo, também os corações são feitos de mudança! Sim, aqueles corações que no primeiro momento só queriam ir embora, pediam agora para ficar... Aquele mundo, aquele pequeno mundo era agora de cada um e não queriam deixá-lo fugir! Ao mesmo tempo, uma força empurrava cá para fora. Um força enorme, capaz de mudar tudo num passe de mágica! Era tudo mágico...
Lágrimas, sorrisos, sorrisos e lágrimas! Não é fácil dizer adeus, mesmo que esse adeus seja um até breve! Ninguém se separou... Ninguém se separará mais! Há uma coisa que nos une, algo de maior e que, agora, todos sabem explicar! Deus esteve connosco ao longo de três dias e, se assim o quisermos, não mais nos abandonará...
A luzinha acesa... os cânticos...os gestos...as palavras...os olhares...as vozes... os sorrisos...as caras...o rosto de Deus! Tudo está ainda bem vivo na memória. Tudo estará sempre bem vivo dentro do coração. Que a chama de conviva permaneça sempre em cada um e que cada pequena luzinha seja luzeiro em cada canto da vida! Afinal, Deus ama-nos... E basta que amemos também! Até breve...
Ana Filipe Cardoso in "voz de lamego"
Não sei bem que dizer (sim logo eu que não me calava :p).
Estes 3 dias foram muito intensos...cada momento partilhado foi tão especial que faz com que esta seja a melhor experiência da minha vida...Sorri...Ri...Chorei...C antei...Gritei...
Estes 3 dias foram muito intensos...cada momento partilhado foi tão especial que faz com que esta seja a melhor experiência da minha vida...Sorri...Ri...Chorei...C
No início eram simples pessoas com quem iria passar 3 dias...no final essas pessoas tornaram-se a minha família...
Sei que cresci enquanto pessoa e enquanto Cristã! Espero que o mesmo também se tenha passado convosco! Comigo levo todos os sorrisos que vocês me deram mas também as palhaçadas! loool
Foi tão bom que sai rouca...mas para quem me conhece sabe que se isso aconteceu foi porque me diverti muito...(NOSSA! :p)
Obrigada ao CF 1173! :D
Sandra Oliveira [C.F. 1173]
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Quem consegue ser mais rápido que o Pe. Marcos a desvendar este desafio? ;-) Então qual é o número deste CF?
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Já há dois anos que a minha prima, que fez o Convívio 1000 me falava para ir a um Convívio e eu fiquei com alguma curiosidade.
Este ano vieram ter comigo, “Susete, queres ir fazer o convívio?” e eu “vou”. No inicio pensava, será que vou aguentar estar sozinha, acho que se não aguentar venho-me embora... até que soube que uma amiga minha da escola também ia fazer, metade do receio do que se iria passar naquela casa estava passado…
Sexta, aí vou eu a caminho da Casa de S. José, não tinha noção de como ia ser a minha entrada, mas ao ver todas aqueles jovens, a cantar, sim já estavam muitos até porque eu cheguei atrasada, vi a minha amiga e fui para junto dela, mas cada vez sentia mais aquela dúvida do que iria acontecer, mas comecei a integrar-me. Fui para o quarto sem saber, o que iria acontecer no dia seguinte!
(... censurinha :) ...), tudo começou a ter outro sentido, muitas perguntas, algumas respostas, uma caminhada intensa.
(...) marcou toda gente, sim lágrimas correram, mas a nossa chama acendeu, porque nos sentimos de alma limpa. As Amizades já eram grandes, já tínhamos certeza de que podíamos contar uns com os outros.
(...) reflectimos em tudo que passamos ali, e a despedida, posso dizer desde já que das piores que já tive, porque sabia eu que aqueles irmãos que ali conheci, não iria poder estar com eles sempre que eu queria, mas estavam no meu coração e tinha certeza que Deus vai protegê-los e eu estarei a rezar por cada um deles, neste convívio cada um de nós acendeu de novo a chama…
4º Dia, hum, nem sei como explicar, foi um dia que custou imenso, a mim, e a todos. Porquê??? Naquela casa, tínhamos amigos verdadeiros, antes de eu ir para o convívio eu dizia” Estou no meio da multidão e não existe ninguém para me dar a mão”, agora neste quarto dia dizia «encontrei as pessoas que me deram a mão e que jamais irei largar porque sei que Deus também esta a dar-me o abraço que necessito». Lágrimas caíram sobre minha face, saudade bate forte, todas músicas, todos sorrisos puros que recebi, passavam em minha memória, agora lembro-me de todos com um carinho especial, e digo obrigado!
Agradeço a Deus por estes amigos, e por me dar a oportunidade de o conhecer melhor. Anseio estar com todos vós no dia 21 de Março e lembrem-se Deus esta em cada um de nós.
Meus amigos Um Sorriso Em nome de Deus…
Susete Pinto (CF 1092)
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Olá amigos Convivas!
Bem, passei por aqui para deixar o meu testemunho, sobre o que foi para mim o convívio fraterno 1092, e tudo o que ele envolveu e representou para mim!
Na sexta lá fui eu cheio de medo, para o convívio. Quando falo cheio, é mesmo no verdadeiro sentido da palavra! Estava extremamente ansioso, com muitos nervos, mas para isso tudo levava comigo uma mochila carregada de chocolates! (pensamento bioquímico!!!!)
Bem mas depois de chegar lá, e de uns dolorosos primeiros 5-10 min, as coisas foram acalmando. Quando fui para a cama nessa noite, já fui a rir, desconfiado mas a rir....
Os restantes dias, acho que deu para perceber como correram.(Censura, não se esqueçam..) Não tenho palavras mesmo para descrever aquilo que se passou lá, e melhor aquilo que eu senti, foi algo mesmo BOM! Como disse no meu testemunho na segunda à noite: “... senti MESMO Cristo e o seu enorme abraço a envolver me!!”
Naquela caminhada de 3 dias, encontrei me de novo, não andava totalmente perdido, mas também não andava no caminho certo, acho que tinha feito um pequeno desvio por um atalho e não tinha sido o atalho correcto, voltei a encontrar o verdadeiro e único caminho!
Mas como tudo o que é bom acaba depressa, tenho a noção que estes 3 dias passaram mesmo a voar (as coisas boas duram apenas o tempo necessário para se tornarem inesquecíveis!). Sinto que estes 3 dias fizeram de mim um pessoa diferente, Ele ajudou-me a olhar para as coisas de uma maneira diferente! Encontrei n’ Ele um verdadeiro e grande AMIGO! Um amigo sempre presente, e que afinal não lhe tenho dado o valor que ele realmente merece! Aprendi tanta coisa! Sinto me tão cheio, sinto me como “taça toda a transbordar”, mesmo FELIZ!
Obrigado por isso Amiguinho!
Obrigado a toda e minha nova família, a todos estes novos amigos que eu ganhei!
Agora que o convívio acabou tenho a certeza de duas coisas:
1- Não consigo viver sem Ele;
2- Sou apenas um aprendiz de Viajante!!!!
P.S. – Passei o primeiro quarto dia a pensar, a “navegar”, a cantar, a chorar de saudades e de alegria por Te ter verdadeiramente descoberto!
Beijos e Abraços!!!
Rui Oliveira (CF 1092)
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«Se algum dia te esqueceres de mim eu vou procurar-te onde tu estiveres»
Etiquetas: 4º Dia, CF 1092, O meu Convívio Fraterno
Olá convivas 1092! :)
Como esta ser esse quarto dia? O meu não começou da melhor maneira. A noite já era longa… Quando cheguei a casa do convívio quase que pus a casa a baixo para entrar! Mas fui recebida de braços abertos;)
Quero deixar aqui algumas palavras que repesquei do turbilhão de sentimentos e emoções que senti e que venho a sentir cada vez mais. Como vocês sabem tudo o que vivemos naqueles três dias foi único, sim amigo é isso mesmo que te esta aí apertar agora no peito. Como é bom poder voar mais alto e ir parar no meio de um bando de desconhecidos, que o foram apenas por uns instantes. De desconhecidos vocês se tornaram Amigos e Irmãos.
A vida continua, mas a minha continua de maneira diferente. Naqueles três dias pararam no tempo… Quem eu sou? Porque estou aqui? O que é o amanha? Quem és Tu que me chamas? Descobri-me e descobri os outros. Estou aqui porque fui a escolhida. E quem me chama é Jesus e o nosso PAI.
O mundo continua o mesmo, mas a minha forma de o ver já não é a mesma. No convívio tinha-vos dito que o PAI tantas vezes me tinha chamado para entrar na sua casa, mas eu sempre adiara. No quarto dia, Ele não teve tempo de me convidar eu mesma fiz-me de convidada. Alguém no convívio me lançou um desafio “procura sempre um sinal de Deus” porque eles existem mas nós é que não os queremos ver. E é esse desafio que eu também vos lanço. Desde que começou o meu quarto dia, já tive alguns…um sorriso…um abraço…um encontro inesperado…todos os dias procuro por um sinal, que alimenta a chama que agora está bem alta. É meu compromisso não deixar que ela se volte apagar novamente.
1092 somos os aprendizes de viajantes por isso se algum dia te esqueceres de mim eu vou procurar-te onde tu estiveres. “…Eu não sei ser sem Ti…”
Susana Correia (C.F. 1092)
Sou a Cheila e nasci no meio de uma família cristã. Percorri todo o caminho cristão: fui batizada, frequentei a catequese, fiz a primeira comunhão e a comunhão solene, fiz o crisma. Vou à missa assiduamente e tento praticar o bem. Fiz parte do movimento escutista (Agrupamento 1096 Resende) e do grupo de Acólitos de Resende, para estar mais perto de Deus, o Amiguinho.
No entanto houve uma fase escura no meu caminho cristão. Procurei ajuda junto de uma pessoa muito especial, o meu namorado. Ele ajudou-me a procurar a chama para iluminar o meu caminho. Foi aí que surgiu a oportunidade de ir ao convívio fraterno.
Não sabia lá muito bem o que era isso e o que ia lá acontecer, só sabia que me iria ajudar muito e fazer bem. Ao chegar à Casa de S. José, em Lamego, comecei a sentir-me nervosa e ansiosa pelo que ia acontecer. Durante aqueles 3 dias, a minha forma de ver a vida mudou completamente. Pude experimentar todo o tipo de emoções, chorei, ri, compreendi o significado do abraço verdadeiro. O meu coração ficou renovado, fiz novas amizades, melhor dizendo, ganhei uma família. Conheci pessoas fantásticas e aprendi a aceitar pessoas diferentes de mim. Aprendi a dar de mim aos outros sem esperar nada em troca, que sou uma gota de água e todos juntos podemos ser um oceano, que perdoar é um dos caminhos para sermos felizes.
Aprendi que o Amiguinho está sempre connosco, nunca nos abandona e que nada é impossível aos olhos Dele.
O 4º dia, que é eterno, é o mais difícil. O mundo continua igual e tenho que ter muita força para o enfrentar, mas para isso tenho junto de mim a minha família conviva. Para enfrentar o mundo vou amar, aprendi que “a maneira de chegar ao céu é amar, o pobre, o rico e o pecador e tudo o que nesta vida é querido ao Senhor”. Obrigada ao Sérgio Pinto, por me ajudar a acender a minha chama, ao Padre Zé Augusto, por me ter dado a oportunidade de participar no convívio fraterno, a toda a equipa e à família do CF 1173, por toda a magia e apoio que me transmitiram, à Sara Alves e à Sandra Oliveira, por terem vivido esta experiência comigo, a melhor de sempre, àqueles que de várias formas contribuíram para a minha alegria e por último ao meu Amiguinho, por ter estado sempre comigo, “Aonde iria eu sem Ti, Senhor”. Que a chama que eu acendi, naqueles 3 dias, nunca se apague.
No entanto houve uma fase escura no meu caminho cristão. Procurei ajuda junto de uma pessoa muito especial, o meu namorado. Ele ajudou-me a procurar a chama para iluminar o meu caminho. Foi aí que surgiu a oportunidade de ir ao convívio fraterno.
Não sabia lá muito bem o que era isso e o que ia lá acontecer, só sabia que me iria ajudar muito e fazer bem. Ao chegar à Casa de S. José, em Lamego, comecei a sentir-me nervosa e ansiosa pelo que ia acontecer. Durante aqueles 3 dias, a minha forma de ver a vida mudou completamente. Pude experimentar todo o tipo de emoções, chorei, ri, compreendi o significado do abraço verdadeiro. O meu coração ficou renovado, fiz novas amizades, melhor dizendo, ganhei uma família. Conheci pessoas fantásticas e aprendi a aceitar pessoas diferentes de mim. Aprendi a dar de mim aos outros sem esperar nada em troca, que sou uma gota de água e todos juntos podemos ser um oceano, que perdoar é um dos caminhos para sermos felizes.
Aprendi que o Amiguinho está sempre connosco, nunca nos abandona e que nada é impossível aos olhos Dele.
O 4º dia, que é eterno, é o mais difícil. O mundo continua igual e tenho que ter muita força para o enfrentar, mas para isso tenho junto de mim a minha família conviva. Para enfrentar o mundo vou amar, aprendi que “a maneira de chegar ao céu é amar, o pobre, o rico e o pecador e tudo o que nesta vida é querido ao Senhor”. Obrigada ao Sérgio Pinto, por me ajudar a acender a minha chama, ao Padre Zé Augusto, por me ter dado a oportunidade de participar no convívio fraterno, a toda a equipa e à família do CF 1173, por toda a magia e apoio que me transmitiram, à Sara Alves e à Sandra Oliveira, por terem vivido esta experiência comigo, a melhor de sempre, àqueles que de várias formas contribuíram para a minha alegria e por último ao meu Amiguinho, por ter estado sempre comigo, “Aonde iria eu sem Ti, Senhor”. Que a chama que eu acendi, naqueles 3 dias, nunca se apague.
Cheila Machado [C.F. 1173]
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Posso dizer que o 4º dia é duro,o desafio de continuar é grande. Voltar à realidade e ver que o mundo continua igual, as pessoas, a paisagem. Contudo, algo mudou em mim: a forma de ver as coisas, a forma de olhar os outros, a forma de lidar com as dificuldades, pois é, essas voltaram....
Mas fico imensamente feliz, por ter tido o prazer, a sorte, a felicidade de realizar o CF 1173, conhecer as pessoas impecáveis que conheci, descobrir coisas fantásticas sobre elas, e até mesmo, tristezas das suas vidas. Fico feliz, por me terdes ajudado, a deixar Deus crescer mais dentro de mim. Acreditem que ele está sempre connosco, quer seja a amar, a perdoar ou a pegar-nos ao colo.
Obrigada a todos! :)
Rafaela Leguíssimo [C.F. 1173]
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“Oh Laurindinha, vem à janela!” E assim se iniciou o Convívio Fraterno 1173, na casa de S. José, no dia 27 e encerrou, com a presença do nosso Administrador Apostólico D. Jacinto, no dia 29 de dezembro. Com a Laurindinha, e com a apresentação daqueles que naquela primeira noite ainda eram “o X que veio arrastado por Y” ou “o A que não sabia bem o que estava lá a fazer” – como imaginar que em apenas três dias se tornariam mais do que nomes e caras, mas também a consciência de seres humanos, irmãos na grande família que o Pai nos deu?
Sobre as atividades realizadas na Casa de S. José não irei contar: não, não é um segredo sepulcral, apenas não teria o devido sentido para quem nada mais fizesse do que as ler. Há situações que não se podem explicar, sentem-se. E esta é sem dúvida uma delas.
O que, exatamente, foi este “sentir”? Iniciei o Convívio com um estado de espírito quase que de sacrifício – já saberia que não teria praticamente tempo nenhum para mim… E esse foi o primeiro erro. Não tive tempo para nenhuma das atividades com que gosto de ocupar os tempos livres, mas tempo para mim, tive de sobra.
A rotina, a pressa e os problemas do dia a dia frequentemente tornam-nos indiferentes, distantes, esquecidos… Estes três dias de afastamento e as atividades neles realizadas permitiram uma viagem interior, não apenas a nós próprios, mas também ao âmago dos nossos companheiros – e amigos – convivas. Nesse âmago encontrava-se Deus. Foi-nos dada a oportunidade de relembrar e aprofundar o elo que a Ele nos liga, um elo até então algo empoeirado, mas sempre presente, que se alicerça em nada mais, nada menos do que no Amor que Ele nos devota e nos permite sentir e espalhar.
Mas nem tudo se resumiu ao “redescobrimento” desse Amor – é impossível ter a consciência da sua existência, e não sentir o quanto a sua grandeza necessita que o apliquemos diariamente, nas orações para com o Pai e no tratamento para os nossos irmãos. Não se trata de algo meramente teórico, mas sim de algo prático, capaz de se exercer numa miríade de oportunidades, grandes e pequenas, contudo, todas de Valor.
Existem muitas definições aplicáveis à Igreja. Aquela que mais se adequa será a que não esquece que a Igreja não são apenas as pedras de um monumento, os padres, o Vaticano… Aquela que tem consciência que cada cristão é a Igreja – e esta torna-se naquilo que juntos, em comunidade, fazemos dela…
Como iremos querer erguer a nossa Igreja?
Sobre as atividades realizadas na Casa de S. José não irei contar: não, não é um segredo sepulcral, apenas não teria o devido sentido para quem nada mais fizesse do que as ler. Há situações que não se podem explicar, sentem-se. E esta é sem dúvida uma delas.
O que, exatamente, foi este “sentir”? Iniciei o Convívio com um estado de espírito quase que de sacrifício – já saberia que não teria praticamente tempo nenhum para mim… E esse foi o primeiro erro. Não tive tempo para nenhuma das atividades com que gosto de ocupar os tempos livres, mas tempo para mim, tive de sobra.
A rotina, a pressa e os problemas do dia a dia frequentemente tornam-nos indiferentes, distantes, esquecidos… Estes três dias de afastamento e as atividades neles realizadas permitiram uma viagem interior, não apenas a nós próprios, mas também ao âmago dos nossos companheiros – e amigos – convivas. Nesse âmago encontrava-se Deus. Foi-nos dada a oportunidade de relembrar e aprofundar o elo que a Ele nos liga, um elo até então algo empoeirado, mas sempre presente, que se alicerça em nada mais, nada menos do que no Amor que Ele nos devota e nos permite sentir e espalhar.
Mas nem tudo se resumiu ao “redescobrimento” desse Amor – é impossível ter a consciência da sua existência, e não sentir o quanto a sua grandeza necessita que o apliquemos diariamente, nas orações para com o Pai e no tratamento para os nossos irmãos. Não se trata de algo meramente teórico, mas sim de algo prático, capaz de se exercer numa miríade de oportunidades, grandes e pequenas, contudo, todas de Valor.
Existem muitas definições aplicáveis à Igreja. Aquela que mais se adequa será a que não esquece que a Igreja não são apenas as pedras de um monumento, os padres, o Vaticano… Aquela que tem consciência que cada cristão é a Igreja – e esta torna-se naquilo que juntos, em comunidade, fazemos dela…
Como iremos querer erguer a nossa Igreja?
A todos os que permitiram e partilharam esta grande experiência em Deus, um muito obrigada.
Inês Montenegro (C.F. 1173)
Fé, Amor, Amizade, Partilha, Confiança, Alegria, Paz, muita Paz, Força...
Etiquetas: CF 1133, O meu Convívio Fraterno
Eu não tenho palavras para explicar o que senti, os sentimentos, FÉ, AMOR, AMIZADE, PARTILHA, CONFIANÇA, ALEGRIA, PAZ, MUITA PAZ, FORÇA...
Não sei, como quem me conhece sabe que eu participo em tudo e vou para todo o lado, mas este convívio, o convívio fraterno mudou-me. Mudou-me para o bem, foi diferente! O meu coração estava repleto de felicidade, de alegria, de paz, de amor, encontrei me com vocês todos e foi maravilhoso mas encontrar-me com Ele foi do melhor que já me aconteceu.
Conhecer-vos foi fantástico, foi maravilhoso! Mas estar com Ele foi inexplicável! Foi uma coisa que não dá para ver... mas que se sente com tanta intensidade!
AMEI também cada palavra, cada sorriso, cada encontro, cada dúvida, cada testemunho, cada oração, cada refeição, cada ABRAÇO, cada momento com vocês, e com Ele, eu amei!
Vivo sozinha e confesso: chegar a casa ontem foi das piores experiências da minha vida e chorei, chorei muito… Mas falei com Ele e as lágrimas secaram. chegar a casa e não ouvir uma viola, uma canção , um sussurrar por mais pequeno que fosse doeu muito! Aqui saio à porta do quarto e não tenho 5 ou 6 pessoas a passar por mim e a sorrir, aqui sei que não tenho aquela maneira de acordar que nós tão bem sabemos, sei que não tenho ninguém a quem dar um abraço... só tenho um Alguém a quem dizer bom dia. Esse alguém é Ele!
Chegar a casa foi o início, o começar do quarto dia e eu apercebi-me disso. Só se ouvia o choro no meu quarto! Mas quando falei com Deus, no momento em que o meu choro passou, senti que estava novamente a ser abraçada por Ele. Ele estava novamente e sorrir para mim e lembrei-me de todos os sorrisos que fui guardando este fim-de-semana: todas aquelas pessoas que eu posso chamar de amigos e que sei que posso confiar e que sei que vou poder para sempre confiar.
Nunca nunca quero deixar morrer esta chama, passei tanto tempo fixada num ponto a recordar momentos que se passaram ou simplesmente parei no tempo a olhar para as duas [censurinha :)] coisinhas que nos deram é inexplicável...
Hoje apeteceu-me muitas e muitas vezes chorar. Porquê? Porque muitas vezes durante o dia e na praxe à noite ouvi :"EU AMO VOÇE" , "FACEBOOK", "LAMEGO" ate ouvi e nem queria acreditar: " PAO PAO PAO PAO COM MANTEIRA É TAO BOM"! É sério, acreditem! Nem de propósito!
Muitas vezes estava calada e os meus companheiros perguntaram “que se passa?”, “tu estás diferente, que tens?”
E eu respondia: “eu estou bem, mas estou triste por um lado porque ontem afastei-me de 23 e mais umas quantas pessoas da minha família”. Sim porque eu ganhei uma família nova e afastei-me dela FISICAMENTE logo a seguir... Mas como quero espalhar a minha herança rapidamente os meus olhos brilharam porque estou feliz, tenho certezas, tenho amigos novos, tenho aquilo que preciso, e disseram-nos para nunca agradecermos nem ao Pe. M., nem à S. nem a ninguém, mas como o Pe. Z. disse: "as coisas de Deus não se agradecem, louvam-se!". Então eu quero LOUVAR a todos os que ajudaram para a realização deste convívio, porque sem um de vocês já era diferente, porque não há palavras para dizer o que vocês fizeram por nós. os melhores dias das nossas vidas foram vocês que nos proporcionaram e por isso não agradeço mas sim louvo do fundo do coração e digo isto sendo o mais sincera possível... E como disse a muita gente eu fui para o convívio com umas expectativas muito altas e como o meu Amigo T. disse [censurinha :)] as expectativas foram atingidas, e foram muito mais que superadas e agora posso dizer eu gostei, eu AMEI! Eu amei mais que tudo nesta vida, eu estou farta de escrever para aqui e ainda não consegui dizer metade daquilo que queria! Ainda não consegui expressar metade do que sinto, é uma alegria tão grande, tão pura!
FORAM OS MELHORES DIAS DA MINHA VIDA! A minha vida ganhou outro sentido, outra alma, outro motivo de existência! E se eu estou a dizer coisas sem nexo, ou sem interligação, não estranhem porque quando comecei a escrever era só para dizer uma linha ou outra e não consigo parar… Eu nunca vou esquecer o que se passou ali naquela casa maravilhosa, eu nunca vou esquecer aqueles meus amigos eu nunca me vou sentir tão bem como me senti lá.
No final, o meu testemunho não foi dos melhores. Quem estava de fora devia pensar que eu sou maluquinha, que em 100 palavra que disse riram-se de 99! Mas acho que deu para passar a mensagens e porque se não fosse assim eu iria chorar e depois não conseguia dizer mais nada!
Já não consigo nem dá para viver sem Ele, e sem vocês MEUS AMIGOS!
Guardo cada um de vocês dentro do meu coração para sempre, sempre , sempre!
Ana Lúcia Correia (C.F. 1133)
“É no meu convívio que tudo se faz, para a frente e para trás”.
Pois é, foi no nosso convívio que tudo se fez, de sala em sala, de sorriso em sorriso, de abraço em abraço que chegamos a alguém que nos falou mais alto e nos abraçou com todo o seu amor que só ELE sabe dar!
E agora, lançados neste novo 4º dia longo e maravilhoso, sinto-me a transbordar força e alegria que fui acolhendo ao tropeçar em todos vós para enfrentar e viver com toda a magia, as aventuras e descobertas que DEUS tem guardadas para nós.
Juntos caminharemos mais além!
João Mouta [C.F. 1173]
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Olá!!
Já há alguns anos que ouvia falar do Convívio Fraterno mas nunca sabia o que, realmente, lá se passava e foi assim que a minha curiosidade começou a despertar. No ano passado, os elementos do convívio 1133 do nosso grupo vieram muito diferentes, o que me deixou em “choque”. Mas agora compreendo aquilo que viveram e a razão pela qual mudaram e passei a entender os testemunhos dados por eles, onde a palavra que reinava era “coiso”. Este ano surgiu o convite por parte do grande amigo, Padre José Augusto, e aceitei de imediato. Seria um sinal?? Talvez, não sei…
Ao longo da viagem e durante os vários momentos de silêncio ia a pensar: “O que será que se vai passar?” E “Será que te vai servir de alguma coisa participar num evento destes?”. Entrei na casa de S. José na 2ª feira (dia 26) à noite, juntamente com a Sandra e a Cheila e confesso que, apesar da preparação e de toda a alegria que transmitia, ia um bocadinho reticente relativamente ao que lá se iria passar. Eis o meu espanto quando uma das primeiras pessoas que encontro é alguém de quem já tinha muitas saudades, pois já não a via há muito tempo mesmo. A Joana B.! Brotou logo um sorriso dos meus lábios e pensei “O que é que ela está aqui a fazer? Será que Ele a chamou por estarem presentes 3 meninas da sua terra?”. Preenchemos uns papéis e aguardamos a chegada dos outros novos convivas. Sentia-me sozinha… Apesar de ter 2 amigas comigo, quase não conhecia mais ninguém e não sabia muito bem o que estava ali a fazer… sentia que aquilo não era para mim pois já ia à missa assiduamente e participava nalguns grupos da paróquia… Confesso que fui para o quarto mais a minha companheira, a Sandra e, passado algum tempo, a Cheila juntou-se a nós mais a colega de quarto dela, e fiquei espantada quando, passado 5 minutos, já éramos 8 raparigas no nosso quarto e, a pouco e pouco, começamo-nos a conhecer umas às outras, o que já me estava a deixar mais sossegada. Mas continuava a Sara que sempre tinha sido, nada tinha mudado, apenas tinha conhecido mais 5 meninas.
Na 3ª feira de manhã levantámo-nos e sussurrei “Prepara-te Sara para enfrentares este dia. Todos dizem que é um dia de grande seca, por isso, aproveita-o ao máximo para que não seja assim tão seca.” Mas tudo o que se passasse seria novo para mim e, ao fim do dia, confessei a algumas pessoas que não tinha achado nada seca, pelo contrário. Ainda não sabia muito bem o que fazia lá, mas algo me dizia que não era em vão que eu lá estava. No quarto já só houve conversa entre mim e a Sandra e “Boa Noite!” da Cheila. O cansaço já se começava a notar e, como nos tinha sido transmitido que o dia seguinte seria um bocadinho duro, já não houve o convívio com as restantes meninas. Houve só uma troca de opiniões entre mim e a Sandra acerca daquilo que estávamos a achar do convívio mas, entre nós, uma certeza começava a florir: Ele existe!
No dia seguinte, descrevo-o como sendo muitíssimo forte (quem já fez o convívio sabe a que momentos me refiro) e foi neste dia que eu tive a certeza absoluta de que Ele existe e está SEMPRE connosco. Nós é que não Lhe damos, muitas vezes, a atenção necessária mas ele NUNCA nos abandona e, provas para isso?? Eu falei com Ele e Ele abraçou-me… Como cristã que sou e membro da Igreja de Comunidade senti-O e isso fez-me sentir muito feliz!! Como disse Santo Agostinho, “a busca de Deus é a busca da felicidade. O encontro com Deus é a própria felicidade!”. Nesse dia, algumas lágrimas saíram do meu rosto porque senti a minha chama reviver e senti uma paz interior tão grande que, posso dizer, mudou completamente a minha forma de olhar para Deus e de O servir e seguir. À noite, no quarto, o silêncio e algumas lágrimas reinaram… (Quero agradecer, desde já, a todos os que de certa forma contribuíram para esse silêncio… Obrigado!) Nessa noite já tudo fazia sentido e agora sabia que, se lá estava não era em vão, ou seja, tinha uma razão de ser. E essa razão era: Deus!
Chegados ao 3º e último dia, as saudades começavam a fazer sentir-se pois as pessoas que antes eram conhecidas, passaram a ser amigas, grandes amigas e já nos tratávamos como sendo uma família. Pois é, mas o que nos tornou família ao longo dos 3 dias foram os sentimentos que vivemos e os momentos que passamos em busca de um só ideal: “ser conviva da paz e do amor com Deus e em Deus.” Falo em saudades porque já estávamos habituados a ver-nos todos os dias e habituados a partilhar com os outros aquilo que nós éramos. Confesso que as palavras que mais me custaram ouvir, ao longo do encerramento, proferidas pelo padre José Fernando foram: “Caros convivas, ides partir.”. Senti uma tristeza enorme e não poderia deixar de chorar… Sim, fartei-me de chorar, mas se o fiz é porque o Convívio Fraterno teve muito significado para mim e porque as pessoas presentes eram muito importantes.
Relativamente ao 4º dia, partilho da mesma opinião que uma grande amiga conviva, a Rafaela e “Posso dizer que o 4º dia é duro, o desafio de continuar é grande, voltar à realidade e ver que o mundo continua igual, as pessoas, a paisagem. Contudo, algo mudou em mim: a forma de ver as coisas, a forma de olhar os outros, a forma de lidar com as dificuldades, pois essas voltaram.... Mas a certeza e a vontade de mudar o mundo, anunciá-lO a todos e dando mais de mim é cada vez maior e sei, que com a Sua ajuda, vou conseguir. Fico imensamente feliz, por ter tido o prazer, a sorte, a felicidade de realizar o CF 1173, conhecer as pessoas impecáveis que conheci, descobrir coisas fantásticas sobre elas, e até mesmo, tristezas das suas vidas. Fico feliz, por me terdes ajudado a deixar Deus crescer mais dentro de mim. Acreditem que Ele está sempre connosco, quer seja a amar, a perdoar ou a pegar-nos ao colo.”
Antes de terminar, queria agradecer a todos os que fizeram com que eu participasse neste evento. Agradeço de um modo especial ao Pe. Zé por me ter enviado à descoberta do grande Amigo. Agradeço aos outros convivas (Jorge, Tiago, Pedro e Tiago Pinto) por, ultimamente, terem feito a minha curiosidade aumentar. A todos os que sacrificaram por mim, enquanto lá estive. A toda a família do 1173 pois ficarão para sempre no meu coração pois mostraram-me que tudo é possível e fácil de alcançar, basta querer e rezar. Por último, o mais importante de todos e como os últimos são sempre os primeiros agradeço ao Pai do Céu por Tudo… Por me acompanhar sempre… Em suma, por Tudo mesmo… O Tudo não consigo exprimir por palavras… Apenas consigo sentir …
De facto, eu AMEI…
Obrigado a todos!!!
Já há alguns anos que ouvia falar do Convívio Fraterno mas nunca sabia o que, realmente, lá se passava e foi assim que a minha curiosidade começou a despertar. No ano passado, os elementos do convívio 1133 do nosso grupo vieram muito diferentes, o que me deixou em “choque”. Mas agora compreendo aquilo que viveram e a razão pela qual mudaram e passei a entender os testemunhos dados por eles, onde a palavra que reinava era “coiso”. Este ano surgiu o convite por parte do grande amigo, Padre José Augusto, e aceitei de imediato. Seria um sinal?? Talvez, não sei…
Ao longo da viagem e durante os vários momentos de silêncio ia a pensar: “O que será que se vai passar?” E “Será que te vai servir de alguma coisa participar num evento destes?”. Entrei na casa de S. José na 2ª feira (dia 26) à noite, juntamente com a Sandra e a Cheila e confesso que, apesar da preparação e de toda a alegria que transmitia, ia um bocadinho reticente relativamente ao que lá se iria passar. Eis o meu espanto quando uma das primeiras pessoas que encontro é alguém de quem já tinha muitas saudades, pois já não a via há muito tempo mesmo. A Joana B.! Brotou logo um sorriso dos meus lábios e pensei “O que é que ela está aqui a fazer? Será que Ele a chamou por estarem presentes 3 meninas da sua terra?”. Preenchemos uns papéis e aguardamos a chegada dos outros novos convivas. Sentia-me sozinha… Apesar de ter 2 amigas comigo, quase não conhecia mais ninguém e não sabia muito bem o que estava ali a fazer… sentia que aquilo não era para mim pois já ia à missa assiduamente e participava nalguns grupos da paróquia… Confesso que fui para o quarto mais a minha companheira, a Sandra e, passado algum tempo, a Cheila juntou-se a nós mais a colega de quarto dela, e fiquei espantada quando, passado 5 minutos, já éramos 8 raparigas no nosso quarto e, a pouco e pouco, começamo-nos a conhecer umas às outras, o que já me estava a deixar mais sossegada. Mas continuava a Sara que sempre tinha sido, nada tinha mudado, apenas tinha conhecido mais 5 meninas.
Na 3ª feira de manhã levantámo-nos e sussurrei “Prepara-te Sara para enfrentares este dia. Todos dizem que é um dia de grande seca, por isso, aproveita-o ao máximo para que não seja assim tão seca.” Mas tudo o que se passasse seria novo para mim e, ao fim do dia, confessei a algumas pessoas que não tinha achado nada seca, pelo contrário. Ainda não sabia muito bem o que fazia lá, mas algo me dizia que não era em vão que eu lá estava. No quarto já só houve conversa entre mim e a Sandra e “Boa Noite!” da Cheila. O cansaço já se começava a notar e, como nos tinha sido transmitido que o dia seguinte seria um bocadinho duro, já não houve o convívio com as restantes meninas. Houve só uma troca de opiniões entre mim e a Sandra acerca daquilo que estávamos a achar do convívio mas, entre nós, uma certeza começava a florir: Ele existe!
No dia seguinte, descrevo-o como sendo muitíssimo forte (quem já fez o convívio sabe a que momentos me refiro) e foi neste dia que eu tive a certeza absoluta de que Ele existe e está SEMPRE connosco. Nós é que não Lhe damos, muitas vezes, a atenção necessária mas ele NUNCA nos abandona e, provas para isso?? Eu falei com Ele e Ele abraçou-me… Como cristã que sou e membro da Igreja de Comunidade senti-O e isso fez-me sentir muito feliz!! Como disse Santo Agostinho, “a busca de Deus é a busca da felicidade. O encontro com Deus é a própria felicidade!”. Nesse dia, algumas lágrimas saíram do meu rosto porque senti a minha chama reviver e senti uma paz interior tão grande que, posso dizer, mudou completamente a minha forma de olhar para Deus e de O servir e seguir. À noite, no quarto, o silêncio e algumas lágrimas reinaram… (Quero agradecer, desde já, a todos os que de certa forma contribuíram para esse silêncio… Obrigado!) Nessa noite já tudo fazia sentido e agora sabia que, se lá estava não era em vão, ou seja, tinha uma razão de ser. E essa razão era: Deus!
Chegados ao 3º e último dia, as saudades começavam a fazer sentir-se pois as pessoas que antes eram conhecidas, passaram a ser amigas, grandes amigas e já nos tratávamos como sendo uma família. Pois é, mas o que nos tornou família ao longo dos 3 dias foram os sentimentos que vivemos e os momentos que passamos em busca de um só ideal: “ser conviva da paz e do amor com Deus e em Deus.” Falo em saudades porque já estávamos habituados a ver-nos todos os dias e habituados a partilhar com os outros aquilo que nós éramos. Confesso que as palavras que mais me custaram ouvir, ao longo do encerramento, proferidas pelo padre José Fernando foram: “Caros convivas, ides partir.”. Senti uma tristeza enorme e não poderia deixar de chorar… Sim, fartei-me de chorar, mas se o fiz é porque o Convívio Fraterno teve muito significado para mim e porque as pessoas presentes eram muito importantes.
Relativamente ao 4º dia, partilho da mesma opinião que uma grande amiga conviva, a Rafaela e “Posso dizer que o 4º dia é duro, o desafio de continuar é grande, voltar à realidade e ver que o mundo continua igual, as pessoas, a paisagem. Contudo, algo mudou em mim: a forma de ver as coisas, a forma de olhar os outros, a forma de lidar com as dificuldades, pois essas voltaram.... Mas a certeza e a vontade de mudar o mundo, anunciá-lO a todos e dando mais de mim é cada vez maior e sei, que com a Sua ajuda, vou conseguir. Fico imensamente feliz, por ter tido o prazer, a sorte, a felicidade de realizar o CF 1173, conhecer as pessoas impecáveis que conheci, descobrir coisas fantásticas sobre elas, e até mesmo, tristezas das suas vidas. Fico feliz, por me terdes ajudado a deixar Deus crescer mais dentro de mim. Acreditem que Ele está sempre connosco, quer seja a amar, a perdoar ou a pegar-nos ao colo.”
Antes de terminar, queria agradecer a todos os que fizeram com que eu participasse neste evento. Agradeço de um modo especial ao Pe. Zé por me ter enviado à descoberta do grande Amigo. Agradeço aos outros convivas (Jorge, Tiago, Pedro e Tiago Pinto) por, ultimamente, terem feito a minha curiosidade aumentar. A todos os que sacrificaram por mim, enquanto lá estive. A toda a família do 1173 pois ficarão para sempre no meu coração pois mostraram-me que tudo é possível e fácil de alcançar, basta querer e rezar. Por último, o mais importante de todos e como os últimos são sempre os primeiros agradeço ao Pai do Céu por Tudo… Por me acompanhar sempre… Em suma, por Tudo mesmo… O Tudo não consigo exprimir por palavras… Apenas consigo sentir …
De facto, eu AMEI…
Obrigado a todos!!!
Sara Alves [C.F. 1173]
O Senhor ressuscitou no coração de trinta jovens que, agora sabem, o quanto são amados e o quanto podem amar.
Celebremos todo este feliz acontecimento!
E, aos novos convivas, não se esqueçam:
«E a vida não vai parar! Vai como o vento! Tens tudo a dar, não percas tempo! Podes saber que vais chegar onde Deus te levar.»
P.S. Aguardamos o envio dos vossos testemunhos e das fotografias do Encerramento para poder partilhar com todos!
Partilha
Aproxima-se a passos largos o próximo Convívio Fraterno de Lamego! Decorre nos dias 27 a 29 de Dezembro de 2011 na Casa de S. José (Lamego).
Se estás interessado ou conheces alguém interessado pede mais informações ao teu Pároco, aqui no blog ou a algum membro da equipa coordenadora.
Uma experiência única, irrepetível e inesquecível.
Atreves-te? ;-)
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"E como Deus é amor eu resumo tudo isto a uma palavra: AMEI"
Etiquetas: CF 1133, O meu Convívio Fraterno
"Olá a todos...
Eu sou o Tiago Oliveira, novo conviva... como os que lá estiveram sabem, eu não gosto de falar muito... lol... pelo contrário... eu sou das pessoas que mais lá falou... se calhar o facebook não disponibiliza espaço suficiente para escrever tudo o que estou a sentir neste momento... mas aqui vai alguma coisa :p... há uns dias atrás um grande amigo meu, Pe. Zé Augusto, apresentou-me uma proposta... ser conviva.... Eu como até gosto destas coisas disse logo que sim sem pesar em nada mesmo... Quando a data se começou a apróximar eu comecei a sentir um nervosinho miudinho dentro de mim, acho que até era mesmo medo... Mas com falta de coragem em voltar com a minha palavra a trás lá fui... Cheguei á casa de S. José na sexta e sentia-me sozinho... não conhecia praticamente ninguém e não sabia muito bem o que estava a fazer ali... sentia que aquilo não era pra mim. toda aquela gente para mim eram apenas pessoas sem qualquer significado. Confesso que nesse dia me deitei e sentia-me igual aos outros dias. Convivi com o pessoal nessa noite e quando fui para o quarto passei prai uma hora na conversa... ao fim do sábado, á noite no quarto, já só falamos prai meia hora...só do que se tinha passado durante o dia, mas ainda havia conversas banais e com pouco interesse... no domingo á noite fui para o quarto e não conseguia dizer nada, palavras a sair da minha boca?! nem vê-las... E lágrimas dos meus olhos?! ui... nem imaginam... e no último dia, na despedida?! ai então nem se fala.... acho que perdi 20 litros de água nestes 3 dias!!! Mas agora que passou, e sei que nunca vou poder repetir, sei que esta foi a experiência que mais me marcou na minha vida! Chegou ao fim e cheguei a várias conclusões... Não quero ser padre, embora agora conheça a razão de eles serem felizes. não quero ser padre mas nunca mais na minha vida me quero afastar do mais importante que temos, DEUS. Agora tenho a certeza que vou espalhar a minha fé por onde passar, vou ter mais capacidade de perdoar, entender melhor os outros, ser mais pacífico e acima de tudo tentar ser a melhor pessoa possível! E vou conseguir!!!! sabem porque?! porque fiz um compromisso com Ele.... e com a ajuda do companheiro de jornada vou conseguir ser feliz! Nunca pensei que isto me mudasse tanto, entrei naquela casa cheio e de certezas e agora o que tenho são dúvidas e mais dúvidas. as únicas certezas que trago comigo é que eu vou conseguir e que Deus existe.. Existe porque falei com ele. Foi a primeira vez que consegui ouvi-lo a sério. Agora sim sou feliz!!! e nunca quero que esta chama se apague!!!! outra coisa que tenho a certeza é que em todos os momentos da minha vida, tristeza ou alegria, sei que posso contar com vocês....
Quero aproveitar para agradecer a todos os que lá estiveram, que me mostraram que tudo isto pode ser possivel e que tudo isto é fácil de alcançar, basta rezar!!! quero agradecer também a todos os outros convivas que não estiveram presentes mas estiveram a rezar por mim e que me abriram os braços para entrar nesta grande família em que vale a pena viver!!! e como Deus é amor eu resumo tudo isto a uma palavra: AMEI!!!!
Cumprimentos fraternos meus irmão"
Quero aproveitar para agradecer a todos os que lá estiveram, que me mostraram que tudo isto pode ser possivel e que tudo isto é fácil de alcançar, basta rezar!!! quero agradecer também a todos os outros convivas que não estiveram presentes mas estiveram a rezar por mim e que me abriram os braços para entrar nesta grande família em que vale a pena viver!!! e como Deus é amor eu resumo tudo isto a uma palavra: AMEI!!!!
Cumprimentos fraternos meus irmão"
Tiago Oliveira (C.F.1133)
Olá amigos Convivas!
Bem, passei por aqui para deixar o meu testemunho, sobre o que foi para mim o convívio fraterno 1092, e tudo o que ele envolveu e representou para mim!
Na sexta lá fui eu cheio de medo, para o convívio. Quando falo cheio, é mesmo no verdadeiro sentido da palavra! Estava extremamente ansioso, com muitos nervos, mas para isso tudo levava comigo uma mochila carregada de chocolates! (pensamento bioquímico!!!!)
Bem mas depois de chegar lá, e de uns dolorosos primeiros 5-10 min, as coisas foram acalmando. Quando fui para a cama nessa noite, já fui a rir, desconfiado mas a rir....
Os restantes dias, acho que deu para perceber como correram.(Censura, não se esqueçam..) Não tenho palavras mesmo para descrever aquilo que se passou lá, e melhor aquilo que eu senti, foi algo mesmo BOM! Como disse no meu testemunho na segunda à noite: “... senti MESMO Cristo e o seu enorme abraço a envolver-me!!”
Naquela caminhada de 3 dias, encontrei me de novo, não andava totalmente perdido, mas também não andava no caminho certo, acho que tinha feito um pequeno desvio por um atalho e não tinha sido o atalho correcto, voltei a encontrar o verdadeiro e único caminho!
Mas como tudo o que é bom acaba depressa, tenho a noção que estes 3 dias passaram mesmo a voar (as coisas boas duram apenas o tempo necessário para se tornarem inesquecíveis!). Sinto que estes 3 dias fizeram de mim uma pessoa diferente, Ele ajudou-me a olhar para as coisas de uma maneira diferente! Encontrei n’Ele um verdadeiro e grande AMIGO! Um amigo sempre presente, e que afinal não lhe tenho dado o valor que Ele realmente merece! Aprendi tanta coisa! Sinto-me tão cheio, sinto-me como “taça toda a transbordar”, mesmo FELIZ!
Obrigado por isso Amiguinho!
Obrigado a toda e minha nova família, a todos estes novos amigos que eu ganhei!
Agora que o convívio acabou tenho a certeza de duas coisas:
1- Não consigo viver sem Ele;
2- Sou apenas um aprendiz de Viajante!!!!
P.S. – Passei o primeiro quarto dia a pensar, a “navegar”, a cantar, a chorar de saudades e de alegria por Te ter verdadeiramente descoberto!
Beijos e Abraços!!!
Bem, passei por aqui para deixar o meu testemunho, sobre o que foi para mim o convívio fraterno 1092, e tudo o que ele envolveu e representou para mim!
Na sexta lá fui eu cheio de medo, para o convívio. Quando falo cheio, é mesmo no verdadeiro sentido da palavra! Estava extremamente ansioso, com muitos nervos, mas para isso tudo levava comigo uma mochila carregada de chocolates! (pensamento bioquímico!!!!)
Bem mas depois de chegar lá, e de uns dolorosos primeiros 5-10 min, as coisas foram acalmando. Quando fui para a cama nessa noite, já fui a rir, desconfiado mas a rir....
Os restantes dias, acho que deu para perceber como correram.(Censura, não se esqueçam..) Não tenho palavras mesmo para descrever aquilo que se passou lá, e melhor aquilo que eu senti, foi algo mesmo BOM! Como disse no meu testemunho na segunda à noite: “... senti MESMO Cristo e o seu enorme abraço a envolver-me!!”
Naquela caminhada de 3 dias, encontrei me de novo, não andava totalmente perdido, mas também não andava no caminho certo, acho que tinha feito um pequeno desvio por um atalho e não tinha sido o atalho correcto, voltei a encontrar o verdadeiro e único caminho!
Mas como tudo o que é bom acaba depressa, tenho a noção que estes 3 dias passaram mesmo a voar (as coisas boas duram apenas o tempo necessário para se tornarem inesquecíveis!). Sinto que estes 3 dias fizeram de mim uma pessoa diferente, Ele ajudou-me a olhar para as coisas de uma maneira diferente! Encontrei n’Ele um verdadeiro e grande AMIGO! Um amigo sempre presente, e que afinal não lhe tenho dado o valor que Ele realmente merece! Aprendi tanta coisa! Sinto-me tão cheio, sinto-me como “taça toda a transbordar”, mesmo FELIZ!
Obrigado por isso Amiguinho!
Obrigado a toda e minha nova família, a todos estes novos amigos que eu ganhei!
Agora que o convívio acabou tenho a certeza de duas coisas:
1- Não consigo viver sem Ele;
2- Sou apenas um aprendiz de Viajante!!!!
P.S. – Passei o primeiro quarto dia a pensar, a “navegar”, a cantar, a chorar de saudades e de alegria por Te ter verdadeiramente descoberto!
Beijos e Abraços!!!
Rui Oliveira, C.F. 1092
Há experiências de vida que nos marcam imenso e falar e escrever sobre elas é uma tarefa bastante complicada. Por dois motivos: primeiro porque os outros dificilmente nos compreenderão (excepto se também viveram a mesma experiência); e depois porque nessas alturas não surgem as palavras certas para falar ou escrever sobre as situações. É mais fácil sentir!
No entanto, vou deixar-vos um cheirinho daquilo que sinto após ter feito o meu Convívio Fraterno, na Casa de São José, na cidade de Lamego, embora já saiba que quando terminar este texto ficarei com a sensação que não disse nada e que ficou muito, mas muito por dizer!
24 de Fevereiro de 2009. Acordo estranha, com um friozinho na barriga que é inexplicável, mas muito bom. Um NOVO dia está a começar: é o quarto dia. Vai ser um dia diferente e todos os dias que se seguem serão diferentes. E porquê? Porque (re)acendi uma chama dentro de mim. Sinto-O mais próximo. Não estou sozinha e Ele está a proteger-me dia e noite. Uma alegria imensa paira no ar. Estes sentimentos são o produto de três dias maravilhosos, os dias mais intensos da minha vida.
O Carnaval 2009 foi o melhor em 18 anos e simplesmente porque foi diferente… Não, não houve serpentinas ou confetis… Mas houve outras coisas muito melhores que também me fizeram rir… e chorar!
Quando me propuseram ir ao Convívio dei de imediato o meu Sim, na realidade sem pensar muito. Ao reflectir apercebi-me que seria um fim-de-semana em que iria estar longe de casa e o que me deixava mais reticente era o facto de no dia em que chegava do Convívio ter que ir embora, pois no dia seguinte já tinha aulas. Questões como “Será que vai valer a pena ir?” surgiram.
No dia 20 de Fevereiro à noite lá fui eu. Não me arrependo nada e aconselho qualquer pessoa a afastar-se do mundo durante três dias para fazer o Convívio, pois é realmente bom. 21, 22 e 23 de Fevereiro de 2009 foram dias magníficos!
Confesso que no primeiro dia desanimei um pouco e só pensava “Nunca mais é Segunda-Feira.”. Contudo, o segundo dia apagou todo e qualquer desânimo e, então, percebi porque me disseram para não tirar conclusões precipitadas no primeiro dia. Foi o dia mais marcante. Neste dia estive muito próxima de Deus, pude abrir-me com ele e isto fez-me sentir um enorme alívio e um bem-estar comigo e com os outros. Estava em sintonia com a vida!
O terceiro dia foi um misto de emoções. A alegria que Deus me tinha proporcionado misturou-se com a tristeza de vir embora e das despedidas e com a ideia que o Mundo lá fora continuava igual e eu teria que lidar com pessoas que não fizeram o Convívio e que por isso não sentem o mesmo que eu! Isto, é sem sombra de dúvida, um dos muitos obstáculos que temos que enfrentar no nosso quarto dia. Mas eu sei que não irei fechar a porta e que esta chama jamais se apagará dentro de mim…
Não podia deixar de referir-me às 53 pessoas que me acompanharam e que tal como eu se tornaram Convivas da Paz e do Amor e que de alguma forma contribuíram para que eu me sentisse como sinto. Não são amigos, mas muito mais do que isso: são irmãos! Deixo ainda um obrigado especial a toda a equipa que sempre nos apoiou e nos ajudou a ver a Luz de Cristo. Somos todos uma família grande e feliz!
Devo agradecer impreterivelmente ao meu pároco pelo convite que me fez para ir ao Convívio Fraterno. Sem esse convite e sem a ajuda de Deus estou certa que agora não me sentiria assim.
Ansiedade. O espírito conviva chama pelo dia 21. Pois é, no dia 21 de Março de 2009 voltaremos a reunir-nos na Casa de São José para fazermos um balanço deste quarto dia. Será o nosso primeiro pós-convívio e, por isso o grande reencontro dos Convivas 1092.
Que a luz de Cristo continue a brilhar intensamente no rosto de cada um!
Saudações Fraternas a todos os Convivas!
“…Vai pelo mundo mostrar a tua herança…”
24 de Fevereiro de 2009. Acordo estranha, com um friozinho na barriga que é inexplicável, mas muito bom. Um NOVO dia está a começar: é o quarto dia. Vai ser um dia diferente e todos os dias que se seguem serão diferentes. E porquê? Porque (re)acendi uma chama dentro de mim. Sinto-O mais próximo. Não estou sozinha e Ele está a proteger-me dia e noite. Uma alegria imensa paira no ar. Estes sentimentos são o produto de três dias maravilhosos, os dias mais intensos da minha vida.
O Carnaval 2009 foi o melhor em 18 anos e simplesmente porque foi diferente… Não, não houve serpentinas ou confetis… Mas houve outras coisas muito melhores que também me fizeram rir… e chorar!
Quando me propuseram ir ao Convívio dei de imediato o meu Sim, na realidade sem pensar muito. Ao reflectir apercebi-me que seria um fim-de-semana em que iria estar longe de casa e o que me deixava mais reticente era o facto de no dia em que chegava do Convívio ter que ir embora, pois no dia seguinte já tinha aulas. Questões como “Será que vai valer a pena ir?” surgiram.
No dia 20 de Fevereiro à noite lá fui eu. Não me arrependo nada e aconselho qualquer pessoa a afastar-se do mundo durante três dias para fazer o Convívio, pois é realmente bom. 21, 22 e 23 de Fevereiro de 2009 foram dias magníficos!
Confesso que no primeiro dia desanimei um pouco e só pensava “Nunca mais é Segunda-Feira.”. Contudo, o segundo dia apagou todo e qualquer desânimo e, então, percebi porque me disseram para não tirar conclusões precipitadas no primeiro dia. Foi o dia mais marcante. Neste dia estive muito próxima de Deus, pude abrir-me com ele e isto fez-me sentir um enorme alívio e um bem-estar comigo e com os outros. Estava em sintonia com a vida!
O terceiro dia foi um misto de emoções. A alegria que Deus me tinha proporcionado misturou-se com a tristeza de vir embora e das despedidas e com a ideia que o Mundo lá fora continuava igual e eu teria que lidar com pessoas que não fizeram o Convívio e que por isso não sentem o mesmo que eu! Isto, é sem sombra de dúvida, um dos muitos obstáculos que temos que enfrentar no nosso quarto dia. Mas eu sei que não irei fechar a porta e que esta chama jamais se apagará dentro de mim…
Não podia deixar de referir-me às 53 pessoas que me acompanharam e que tal como eu se tornaram Convivas da Paz e do Amor e que de alguma forma contribuíram para que eu me sentisse como sinto. Não são amigos, mas muito mais do que isso: são irmãos! Deixo ainda um obrigado especial a toda a equipa que sempre nos apoiou e nos ajudou a ver a Luz de Cristo. Somos todos uma família grande e feliz!
Devo agradecer impreterivelmente ao meu pároco pelo convite que me fez para ir ao Convívio Fraterno. Sem esse convite e sem a ajuda de Deus estou certa que agora não me sentiria assim.
Ansiedade. O espírito conviva chama pelo dia 21. Pois é, no dia 21 de Março de 2009 voltaremos a reunir-nos na Casa de São José para fazermos um balanço deste quarto dia. Será o nosso primeiro pós-convívio e, por isso o grande reencontro dos Convivas 1092.
Que a luz de Cristo continue a brilhar intensamente no rosto de cada um!
Saudações Fraternas a todos os Convivas!
“…Vai pelo mundo mostrar a tua herança…”
Joana Elisa Moreira (Convívio Fraterno 1092)
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