Vida

Na vida nascemos, crescemos e morremos,
Passamos momentos difíceis de viver.
Choramos, meditamos e sonhamos,
Em horizontes que pensamos impossíveis de vencer.
Mas nada é impossível,
Basta abrires o teu coração,
Ao amor, a felicidade...
Fazeres o bem, e caminhares na verdade.

Mas nem sempre a vida é fácil de viver,
Fácil de vencer...
Terás caminhos desconhecidos,
Em que terás de escolher,
E saber qual é o certo e o errado.
Terás barreiras impostas pela vida, no teu caminho,
Em que tu terás que ultrapassar,
Para percorrer um caminho, uma vida,
Segura, sem medos e sem receios,
Com tudo de bom para amar.

Mas verás que tudo será mais fácil,
Se abrires o teu coração,
Se nunca baixares os braços,
Se nunca disseres não ao amor, a felicidade,
Se seguires o caminho certo,
E caminhares seguro de ti mesmo.

Agora a tua vida, depende de ti,
Se seguires o caminho certo, vencerás,
Se seguires o caminho errado,
Nunca conseguirás,
Em atingir o horizonte que pensas-te em avistar.

Um conselho....
Estende a mão a Jesus,
Abre-lhe o teu coração,
Segue com Ele lado a lado, na tua vida,
te sentirás só e perdido na solidão.

Sylvie Fonseca (C.F. 1092)

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10 Anos do Dia Mundial da Criança não Nascida

“Silêncio! Todo o Universo está ali – dentro de um berço!”


Celebra-se hoje o 10º dia Mundial da Criança Não Nascida, o dia de sensibilização do homem para a verdade da menina por nascer, a menina que acorda e dorme, brinca e se angustia, ouve e vê, bebe o líquido amniótico quando está mais doce e faz caretas quando está amargo, sente amor e dor, desde as seis semanas, foge do abortador, enquanto tem pernas, carrega a mãe de penas, quando não chega a nascer, condenada pelo horror do pai, pelo patrão da mãe, pelos avós que deixa sós, pelos sogros prospectivos desta sociedade sem tios.

Hoje lembrámos a menina desconhecida, morta numa guerra que nunca foi dela, no meio de dores com 8 semanas de Terra.
Lembramos a mãe da menina, a quem a lei protegia, a quem o Estado abandonou, a quem ofereceu um aborto, a quem em sangue tramou.
Lembramos o pai da menina que seduziu, acarinhou, sugeriu, pediu, mentiu amor para sempre em troca de um aborto agora, chantageou, ameaçou, agrediu, arrastou, obrigou, forçou, pagou e sangrou, a sua própria filha, que dormia e sonhava enquanto brincava.

Lembramos quem matou a infâmia das raças sem direitos; das mulheres sem direitos.
Porquê a infâmia das idades sem direitos?

Ninguém responde?

Lisboa, 25 de Março de 2009
(Miguel Trigueiros)
Contacto para a Comunicação Social: 968574575
Website: www.juntospelavida.org

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Dia 25 - todos em Fátima a rezar pela Família



Pedimos para divulgar esta iniciativa junto de tantos quanto conseguir.
Pedimos a sua presença, nesta noite de Oração no dia em que se comemoram os 25 anos da consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria e no ano em que se comemoram os 50 anos do Cristo Rei.
ACORDA FAMÍLIA!

Mais informações
cristonacidade@gmail.com
965 717 558 Joana Brito Fontes
917 887 202 Fernanda Mendes
936 320 085 Leonor Ameal

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O Papa e a Sida

Grande clamor provocaram as palavras de Bento XVI sobre o preservativo e a sida. Já seria de esperar. Uma resposta a um jornalista tem mais destaque do que vários discursos que contêm o que da sua mensagem é mais relevante. Mas desta vez não são apenas os jornais a criticar o Papa, são ministros de governos europeus, que o acusam de insensibilidade perante o flagelo da difusão dessa doença.

Uma acusação profundamente injusta, porém.

O Papa não ignora os males da difusão da sida. Apontou um remédio (disso não falam os jornais) não só moralmente mais correcto, mas mais eficaz. A educação e alteração de comportamentos, a abstinência e a fidelidade, são caminhos que ninguém pode contestar como mais eficazes de combate a essa difusão. O preservativo não garante uma eficácia absoluta e as campanhas que o promovem como se fosse um “salvo-conduto” que torna inofensiva a promiscuidade criam uma segurança ilusória e contraproducente. A experiência do Uganda, o país africano com mais sucesso neste âmbito, que optou por campanhas que privilegiam a alteração de comportamentos, demonstra-o. Também me recordo de ter ouvido uma vez uma religiosa moçambicana dizer que, apesar de promoção do uso de preservativos chegar a todos os cantos do seu país (a ponto de não saber o que seria possível fazer mais no sentido dessa promoção), a difusão da doença não deixa de aumentar.

Parece-me muito pouco respeitoso – direi até ofensivo – para os povos em questão dizer que não é realista apelar à abstinência e fidelidade da população e juventude africanas em geral. Como se os africanos tivessem uma menor capacidade de dominar os seus instintos, capacidade que nos define como pessoas. Também neste aspecto a experiência do Uganda revela o contrário.

E se há grupos da população indiferentes a esse apelo do Papa, também esses grupos serão certamente indiferentes ao juízo moral que o Papa possa fazer sobre o uso do preservativo.

A Igreja Católica é a instituição que, à escala mundial, mais se tem dedicado à assistência às vítimas da sida. Em África tem-se destacado, entre muitas outras, a acção da Comunidade de Santo Egídio (o movimento a cujos esforços diplomáticos se ficou a dever o fim da guerra civil em Moçambique), que procura tornar tratamentos antiretrovirais acessíveis a todos os doentes.

Governos tão reticentes a “abrir as mãos à bolsa” quando se trata de apoiar o desenvolvimento de África (mesmo contra compromissos já assumidos) talvez não tenham muita autoridade para criticar a Igreja, que, com menos recursos, talvez faça mais do que qualquer deles pela promoção da saúde neste continente.

Pedro Vaz Patto

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A esmola

Conta-nos o Evangelho que Cristo via os ricos dar esmolas, e eram só os restos do que lhes sobrava... Mas ele viu também uma pobre viúva abrir a bolsa e dar do que tinha para comer. E disse: “Esta deu mais do que todos os outros juntos. Eles despejaram sobras, mas ela partilhou a própria vida.”
É essa forma sublime de partilha, própria dos pobres, que precisamos de aprender e cultivar.

Pe. Vasco Magalhães in essejota.net

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Surpresa!

Bem pessoal "convivante", espero que a surpresa tenha sido agradável ao entrarem no blog. Após algum tempo de trabalho mudamos o seu visual.
Agora sim, podemos dizer que é mesmo da cor da laranja. Esperamos que este novo visual vos agrade, pois pensamos que transmite mais energia, que tem mais a ver com o nosso estado de espírito e de graça e que está mais apelativo.
Continuem a deixar os vossos comentários, a enviar os vossos testemunhos e pensamentos, pois é tudo isso que, também nos dá força e ânimo, para continuar a trabalhar neste cantinho virtual tão fraterno. Os textos podem demorar um pouco a serem postados, mas não são esquecidos. É que por vezes, temos muitos textos e outras, temos muito poucos, então temos de geri-los.
Já sabem que também estamos abertos a sujestões para o blog.
Aproveitamos também, para pedir que, quem tenha fotos de Convívios, Pós-Convívios ou de outro encontro realizado pela nossa diocese, e que as queira ver aqui publicadas para partilhar com o resto da família conviva, pode e deve enviar as fotos, devidamente identificadas (isto é, devem indicar o número do C.F., do Pós-C.F. ou o ano do encontro), para o contacto de email que se encontra no perfil.
Para terminar, fiquem com este vídeo, apenas para terem uma pequena ideia da força que têm as palavras.



Um grande abraço fraterno.

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Pós-Convívio 1092

Olá a todos. Espero que ainda não se tenham esquecido do Pós-Convívio 1092 (sim, este é só para o 1092), dia 21 na Casa de São José em Lamego. Certamente já devem ter recebido alguma sms, ou email, para confirmarem a vossa presença. Apareçam. Vão poder "matar" saudades daqueles que não vêm desde o convivio e reviver um pouco daqueles 3 dias inesqueciveis. Abraços fraternos.

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Alunos de Lamego sensibilizados para a pobreza

Cáritas diocesana aposta em acções de sensibilização junto das escolas e na descentralização das respostas sociais

A Cáritas de Lamego inicia esta Quinta-feira uma acção de sensibilização sobre a pobreza, nas escolas da diocese. Esta iniciativa, inserida dentro da Semana Nacional da Cáritas, pretende estender-se ao longo do restante ano lectivo.

Lisete Silva Centenico, técnica da Caritas diocesana de Lamego uma das responsáveis pela acção de sensibilização nas escolas, explica que se pretende que os alunos estejam sensibilizados para esta realidade e que possam adequar o conceito de pobreza consoante a sua realidade, mas também realidades distintas da sua.

“Esta é uma forma lúdica e didáctica de alunos, de várias idades, compreenderem os conceitos de pobreza, do pobre português que é rico quando comparado com o pobre africano”, explica à Agência ECCLESIA.

A iniciativa, sob forma de Workshop, visa o envolvimento dos alunos no debate e na organização de ideias. A orientação dos workshops é da responsabilidade da Caritas diocesana, contando com o apoio dos professores de Educação Moral e Religiosa Católica e de Área de Projecto.

As escolas aderiram ainda ao projecto de recolha de alimentos entre os alunos, que serão depois encaminhados para as paróquias consoante as necessidades.

Lisete Centenico explica que esta acção de sensibilização é passível de ser estendida também aos ensino básico. “Nas cantinas ou mesmo em casa, as crianças deixam comida no prato, ou porque não querem ou porque dizem que não gostam. Podemos trabalhar esta questão com as crianças e fazê-las perceber que são uns sortudos”.

Durante a Semana Cáritas, a acção de sensibilização é lançada. Mas existem 14 concelhos na diocese e “há muitas escolas onde podemos chegar”, aponta a técnica da Cáritas.

Ajuda descentralizada

A par da sensibilização para as questões de pobreza, esta é também uma forma de Cáritas diocesana se quer dar a conhecer. A instituição em Lamego quer fazer-se presente nas 223 paróquias coordenando respostas de acção social. “Queremos apostar em grupos de proximidade que estejam atentos a problemas de ordem sócio-caritativa”. Lisete Centenico explica estarem ainda longe de uma presença em todas as paróquias, “mas queremos lá chegar”, lamentando ser um processo moroso.

O projecto levado às escolas quer mostrar que “a caridade não se esgota no padre e nas pessoas por ele designadas para trabalharem na paróquia, mas toda a comunidade deve estar atenta aos problemas existentes”.

O Objectivo das Caritas não é criar valências, mas coordenar respostas de acção social, dinamizar os grupos criados para o feito e formar as pessoas. A Cáritas de Lamego aposta na descentralização.

Lamego, a par de outros locais nacionais, manifesta um aumento de pedidos de ajuda. Lisete Centenico aponta pedidos de ajuda para colmatar o pagamento de medicamentos, contas de água e electricidade, alimentação e alguma roupa também.

Dividida entre a ruralidade do interior e a urbanidade do centro, Lamego apresenta maior carências na cidade. “As pessoas ainda cultivam a sua horta e, parecendo pouco, é uma ajuda muito boa para a subsistência alimentar”, explica a técnica da Caritas.

As taxas de desemprego “não se fazem sentir de forma acentuada”, apesar de a população “ser bastante envelhecida”. As duas paróquias no centro de Lamego estão a organizar-se nas respostas sociais, com atendimento às pessoas.

A realidade da pobreza envergonhada faz-se sentir através dos vizinhos. Daí que Lisete Centenico sublinhe a importância da ajuda de proximidade. Este fenómeno é o que mais preocupa a Caritas, “porque são pessoas que não pedem ajuda, mas sentem, de igual forma, as dificuldades”.

[in agencia.ecclesia.pt]

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