Festival da Canção


Amigos terá lugar dia 18 de Abril em Lamego (Teatro Ribeiro Conceição) o Festival Jovem da Canção Religiosa.
Marquem nas agendas ;-) e vemo-nos lá!!

Partilha

Share/Bookmark

Vida

Na vida nascemos, crescemos e morremos,
Passamos momentos difíceis de viver.
Choramos, meditamos e sonhamos,
Em horizontes que pensamos impossíveis de vencer.
Mas nada é impossível,
Basta abrires o teu coração,
Ao amor, a felicidade...
Fazeres o bem, e caminhares na verdade.

Mas nem sempre a vida é fácil de viver,
Fácil de vencer...
Terás caminhos desconhecidos,
Em que terás de escolher,
E saber qual é o certo e o errado.
Terás barreiras impostas pela vida, no teu caminho,
Em que tu terás que ultrapassar,
Para percorrer um caminho, uma vida,
Segura, sem medos e sem receios,
Com tudo de bom para amar.

Mas verás que tudo será mais fácil,
Se abrires o teu coração,
Se nunca baixares os braços,
Se nunca disseres não ao amor, a felicidade,
Se seguires o caminho certo,
E caminhares seguro de ti mesmo.

Agora a tua vida, depende de ti,
Se seguires o caminho certo, vencerás,
Se seguires o caminho errado,
Nunca conseguirás,
Em atingir o horizonte que pensas-te em avistar.

Um conselho....
Estende a mão a Jesus,
Abre-lhe o teu coração,
Segue com Ele lado a lado, na tua vida,
te sentirás só e perdido na solidão.

Sylvie Fonseca (C.F. 1092)

Partilha

Share/Bookmark

10 Anos do Dia Mundial da Criança não Nascida

“Silêncio! Todo o Universo está ali – dentro de um berço!”


Celebra-se hoje o 10º dia Mundial da Criança Não Nascida, o dia de sensibilização do homem para a verdade da menina por nascer, a menina que acorda e dorme, brinca e se angustia, ouve e vê, bebe o líquido amniótico quando está mais doce e faz caretas quando está amargo, sente amor e dor, desde as seis semanas, foge do abortador, enquanto tem pernas, carrega a mãe de penas, quando não chega a nascer, condenada pelo horror do pai, pelo patrão da mãe, pelos avós que deixa sós, pelos sogros prospectivos desta sociedade sem tios.

Hoje lembrámos a menina desconhecida, morta numa guerra que nunca foi dela, no meio de dores com 8 semanas de Terra.
Lembramos a mãe da menina, a quem a lei protegia, a quem o Estado abandonou, a quem ofereceu um aborto, a quem em sangue tramou.
Lembramos o pai da menina que seduziu, acarinhou, sugeriu, pediu, mentiu amor para sempre em troca de um aborto agora, chantageou, ameaçou, agrediu, arrastou, obrigou, forçou, pagou e sangrou, a sua própria filha, que dormia e sonhava enquanto brincava.

Lembramos quem matou a infâmia das raças sem direitos; das mulheres sem direitos.
Porquê a infâmia das idades sem direitos?

Ninguém responde?

Lisboa, 25 de Março de 2009
(Miguel Trigueiros)
Contacto para a Comunicação Social: 968574575
Website: www.juntospelavida.org

Partilha

Share/Bookmark

Dia 25 - todos em Fátima a rezar pela Família



Pedimos para divulgar esta iniciativa junto de tantos quanto conseguir.
Pedimos a sua presença, nesta noite de Oração no dia em que se comemoram os 25 anos da consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria e no ano em que se comemoram os 50 anos do Cristo Rei.
ACORDA FAMÍLIA!

Mais informações
cristonacidade@gmail.com
965 717 558 Joana Brito Fontes
917 887 202 Fernanda Mendes
936 320 085 Leonor Ameal

Partilha

Share/Bookmark

O Papa e a Sida

Grande clamor provocaram as palavras de Bento XVI sobre o preservativo e a sida. Já seria de esperar. Uma resposta a um jornalista tem mais destaque do que vários discursos que contêm o que da sua mensagem é mais relevante. Mas desta vez não são apenas os jornais a criticar o Papa, são ministros de governos europeus, que o acusam de insensibilidade perante o flagelo da difusão dessa doença.

Uma acusação profundamente injusta, porém.

O Papa não ignora os males da difusão da sida. Apontou um remédio (disso não falam os jornais) não só moralmente mais correcto, mas mais eficaz. A educação e alteração de comportamentos, a abstinência e a fidelidade, são caminhos que ninguém pode contestar como mais eficazes de combate a essa difusão. O preservativo não garante uma eficácia absoluta e as campanhas que o promovem como se fosse um “salvo-conduto” que torna inofensiva a promiscuidade criam uma segurança ilusória e contraproducente. A experiência do Uganda, o país africano com mais sucesso neste âmbito, que optou por campanhas que privilegiam a alteração de comportamentos, demonstra-o. Também me recordo de ter ouvido uma vez uma religiosa moçambicana dizer que, apesar de promoção do uso de preservativos chegar a todos os cantos do seu país (a ponto de não saber o que seria possível fazer mais no sentido dessa promoção), a difusão da doença não deixa de aumentar.

Parece-me muito pouco respeitoso – direi até ofensivo – para os povos em questão dizer que não é realista apelar à abstinência e fidelidade da população e juventude africanas em geral. Como se os africanos tivessem uma menor capacidade de dominar os seus instintos, capacidade que nos define como pessoas. Também neste aspecto a experiência do Uganda revela o contrário.

E se há grupos da população indiferentes a esse apelo do Papa, também esses grupos serão certamente indiferentes ao juízo moral que o Papa possa fazer sobre o uso do preservativo.

A Igreja Católica é a instituição que, à escala mundial, mais se tem dedicado à assistência às vítimas da sida. Em África tem-se destacado, entre muitas outras, a acção da Comunidade de Santo Egídio (o movimento a cujos esforços diplomáticos se ficou a dever o fim da guerra civil em Moçambique), que procura tornar tratamentos antiretrovirais acessíveis a todos os doentes.

Governos tão reticentes a “abrir as mãos à bolsa” quando se trata de apoiar o desenvolvimento de África (mesmo contra compromissos já assumidos) talvez não tenham muita autoridade para criticar a Igreja, que, com menos recursos, talvez faça mais do que qualquer deles pela promoção da saúde neste continente.

Pedro Vaz Patto

Partilha

Share/Bookmark

A esmola

Conta-nos o Evangelho que Cristo via os ricos dar esmolas, e eram só os restos do que lhes sobrava... Mas ele viu também uma pobre viúva abrir a bolsa e dar do que tinha para comer. E disse: “Esta deu mais do que todos os outros juntos. Eles despejaram sobras, mas ela partilhou a própria vida.”
É essa forma sublime de partilha, própria dos pobres, que precisamos de aprender e cultivar.

Pe. Vasco Magalhães in essejota.net

Partilha

Share/Bookmark

Surpresa!

Bem pessoal "convivante", espero que a surpresa tenha sido agradável ao entrarem no blog. Após algum tempo de trabalho mudamos o seu visual.
Agora sim, podemos dizer que é mesmo da cor da laranja. Esperamos que este novo visual vos agrade, pois pensamos que transmite mais energia, que tem mais a ver com o nosso estado de espírito e de graça e que está mais apelativo.
Continuem a deixar os vossos comentários, a enviar os vossos testemunhos e pensamentos, pois é tudo isso que, também nos dá força e ânimo, para continuar a trabalhar neste cantinho virtual tão fraterno. Os textos podem demorar um pouco a serem postados, mas não são esquecidos. É que por vezes, temos muitos textos e outras, temos muito poucos, então temos de geri-los.
Já sabem que também estamos abertos a sujestões para o blog.
Aproveitamos também, para pedir que, quem tenha fotos de Convívios, Pós-Convívios ou de outro encontro realizado pela nossa diocese, e que as queira ver aqui publicadas para partilhar com o resto da família conviva, pode e deve enviar as fotos, devidamente identificadas (isto é, devem indicar o número do C.F., do Pós-C.F. ou o ano do encontro), para o contacto de email que se encontra no perfil.
Para terminar, fiquem com este vídeo, apenas para terem uma pequena ideia da força que têm as palavras.



Um grande abraço fraterno.

Partilha

Share/Bookmark

Pós-Convívio 1092

Olá a todos. Espero que ainda não se tenham esquecido do Pós-Convívio 1092 (sim, este é só para o 1092), dia 21 na Casa de São José em Lamego. Certamente já devem ter recebido alguma sms, ou email, para confirmarem a vossa presença. Apareçam. Vão poder "matar" saudades daqueles que não vêm desde o convivio e reviver um pouco daqueles 3 dias inesqueciveis. Abraços fraternos.

Partilha

Share/Bookmark

Alunos de Lamego sensibilizados para a pobreza

Cáritas diocesana aposta em acções de sensibilização junto das escolas e na descentralização das respostas sociais

A Cáritas de Lamego inicia esta Quinta-feira uma acção de sensibilização sobre a pobreza, nas escolas da diocese. Esta iniciativa, inserida dentro da Semana Nacional da Cáritas, pretende estender-se ao longo do restante ano lectivo.

Lisete Silva Centenico, técnica da Caritas diocesana de Lamego uma das responsáveis pela acção de sensibilização nas escolas, explica que se pretende que os alunos estejam sensibilizados para esta realidade e que possam adequar o conceito de pobreza consoante a sua realidade, mas também realidades distintas da sua.

“Esta é uma forma lúdica e didáctica de alunos, de várias idades, compreenderem os conceitos de pobreza, do pobre português que é rico quando comparado com o pobre africano”, explica à Agência ECCLESIA.

A iniciativa, sob forma de Workshop, visa o envolvimento dos alunos no debate e na organização de ideias. A orientação dos workshops é da responsabilidade da Caritas diocesana, contando com o apoio dos professores de Educação Moral e Religiosa Católica e de Área de Projecto.

As escolas aderiram ainda ao projecto de recolha de alimentos entre os alunos, que serão depois encaminhados para as paróquias consoante as necessidades.

Lisete Centenico explica que esta acção de sensibilização é passível de ser estendida também aos ensino básico. “Nas cantinas ou mesmo em casa, as crianças deixam comida no prato, ou porque não querem ou porque dizem que não gostam. Podemos trabalhar esta questão com as crianças e fazê-las perceber que são uns sortudos”.

Durante a Semana Cáritas, a acção de sensibilização é lançada. Mas existem 14 concelhos na diocese e “há muitas escolas onde podemos chegar”, aponta a técnica da Cáritas.

Ajuda descentralizada

A par da sensibilização para as questões de pobreza, esta é também uma forma de Cáritas diocesana se quer dar a conhecer. A instituição em Lamego quer fazer-se presente nas 223 paróquias coordenando respostas de acção social. “Queremos apostar em grupos de proximidade que estejam atentos a problemas de ordem sócio-caritativa”. Lisete Centenico explica estarem ainda longe de uma presença em todas as paróquias, “mas queremos lá chegar”, lamentando ser um processo moroso.

O projecto levado às escolas quer mostrar que “a caridade não se esgota no padre e nas pessoas por ele designadas para trabalharem na paróquia, mas toda a comunidade deve estar atenta aos problemas existentes”.

O Objectivo das Caritas não é criar valências, mas coordenar respostas de acção social, dinamizar os grupos criados para o feito e formar as pessoas. A Cáritas de Lamego aposta na descentralização.

Lamego, a par de outros locais nacionais, manifesta um aumento de pedidos de ajuda. Lisete Centenico aponta pedidos de ajuda para colmatar o pagamento de medicamentos, contas de água e electricidade, alimentação e alguma roupa também.

Dividida entre a ruralidade do interior e a urbanidade do centro, Lamego apresenta maior carências na cidade. “As pessoas ainda cultivam a sua horta e, parecendo pouco, é uma ajuda muito boa para a subsistência alimentar”, explica a técnica da Caritas.

As taxas de desemprego “não se fazem sentir de forma acentuada”, apesar de a população “ser bastante envelhecida”. As duas paróquias no centro de Lamego estão a organizar-se nas respostas sociais, com atendimento às pessoas.

A realidade da pobreza envergonhada faz-se sentir através dos vizinhos. Daí que Lisete Centenico sublinhe a importância da ajuda de proximidade. Este fenómeno é o que mais preocupa a Caritas, “porque são pessoas que não pedem ajuda, mas sentem, de igual forma, as dificuldades”.

[in agencia.ecclesia.pt]

Partilha

Share/Bookmark

Peditório Nacional da Cáritas

Apelo contra a indiferença, no YouTube, lembra pobreza que já atinge mais de 2 milhões de portugueses



Para que ninguém “faça de contas”, a Cáritas lançou um apelo à solidariedade em favor dos mais de dois milhões de portugueses que vivem abaixo pela pobreza, no YouTube, tendo em vista o peditório nacional da organização católica, que decorre entre 12 e 15 de Março.
“A solidariedade reduz injustiças”, indica a Cáritas, que no próximo Domingo celebra o seu dia nacional. Nesta ocasião, à imagem de anos anteriores, é lançada uma campanha de rua, a par do peditório que se faz nas igrejas, para recolha de fundos.
Em texto escrito para a Agência ECCLESIA, Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas, indica que o peditório público a realizar em todas as localidades do nosso país, será “a actividade mais significativa e, face à conjuntura actual, bastante determinante para apetrechar as Cáritas diocesanas de alguns dos recursos financeiros que irão precisar para atender aos muitos pedidos de ajuda”.
“Que não falte gente que, em nome das suas paróquias e de outros grupos cristãos, se disponibilize para sair à rua a solicitar a solidariedade dos seus concidadãos e que todos os que forem abordados sejam generosos, porque todas as ajudas vão ser necessárias para mitigar as graves carências que, inesperadamente, se instalarem em muitos lares”, deseja.


[in agencia.ecclesia.pt]

Partilha

Share/Bookmark

Mensagem da Quaresma

Entramos no santo tempo da Quaresma. Somos convidados a viver este grande retiro que a Igreja propõe aos fiéis, para preparar a Páscoa, num ambiente de espiritualidade, incrementado pela prática dos meios tradicionais de penitência e ascese cristã, particularmente recordados nesta altura: a oração, a esmola e o jejum. Lembra-os também o Santo Padre, na sua mensagem para a Quaresma. Nas nossas comunidades paroquiais mantém-se vivo o piedoso hábito da Via-Sacra. Em vários lugares, a celebração das “Quarenta Horas”, é, através da Adoração ao Santíssimo Sacramento e da pregação, ligadas ao Sacramento da Penitência e participação na Eucaristia, ocasião importante de reflexão e de conversão. É bom que alimentemos e intensifiquemos estas tradições, cultivando-as e valorizando-as com iniciativas que, sem lhe diminuírem a autenticidade e o fervor, suscitem o interesse e a participação de todos, designadamente dos nossos jovens. O tempo quaresmal é ocasião favorável para, individualmente ou em grupos, meditar e rezar mais assiduamente a Palavra de Deus. Porque não fomentar, neste Ano Paulino, a leitura das Cartas de S. Paulo, procurando aprofundar nelas o mais genuíno sentido da Páscoa e da Ressurreição? Que a Quaresma seja oportunidade também de as famílias cristãs sensibilizadas para a importância do Sacramento do Matrimónio, encontrarem tempo em cada dia para a oração familiar do terço, dando ao Lar o clima favorável ao crescimento da fé e tornando-o com mais verdade igreja doméstica.
A atenção aos outros, com gestos de acolhimento e de solidariedade, sobretudo aos pobres, aos doentes, aos idosos que experimentam a solidão, aos mais fragilizados e tantas vezes esquecidos e marginalizados, numa disponibilidade desinteressada e numa generosa partilha de tempo, de presença ou de bens materiais, interligada com a interioridade conseguida pela oração, é outro meio de melhorarmos a vivência cristã deste santo tempo. O lugar próprio para cultivarmos este comportamento é em primeiro lugar a comunidade paroquial, onde descobriremos necessidades e carências, às vezes silenciadas por vergonha, o que torna mais urgente a nossa solicitude. Vão-se multiplicando por iniciativa da Caritas Diocesana as assim denominadas lojas da partilha, facilitando a comunhão fraterna e alimentando o espírito de caridade que dá sentido ao viver cristão. Mas não limitaremos a atenção ao nosso meio. Pensaremos noutros que muito longe vivem situações de extrema pobreza geradoras de morte irremediável. O destino da nossa renúncia quaresmal é o Darfur, onde é missionário um sacerdote da nossa diocese, e cuja tragédia humana parece não acabar, e não pode ser ignorada por ninguém.

Na mensagem deste ano para a Quaresma, Sua Santidade Bento XVI destaca a prática do jejum, vivida por motivos autenticamente espirituais, “como «terapia» para curar tudo o que nos impede de nos conformarmos com a vontade de Deus”. No sentido próprio o jejum está ligado à privação de alimentos, mortificando pela sobriedade o paladar, mas poderemos abrir-lhe um horizonte mais vasto ligado a uma quantidade enorme de renúncias e pequenas mortificações: jejum de atitudes e de palavras, desde o uso moderado dos meios de comunicação, por exemplo, televisão, rádio, C.D., Internet, telemóvel, o próprio automóvel; até aos hábitos de descanso e lazer, tantas vezes expressão de preguiça e modo de malbaratar o tempo, com futilidades e má-língua; ou às atitudes de orgulho, amor-próprio, caprichos, auto-suficiência, que dificultam a mútua compreensão e tolerância, e impedem a obrigação de nos perdoarmos com magnanimidade…, as quais muito melhorarão a nossa vida cristã e tornarão mais dinâmico o nosso testemunho. Toda a ostentação, ou ganância são perversas e escandalosas, e em tempo de penúria para tanta gente, chega a ser insulto agressivo aos pobres. Se as renúncias referidas significarem economia material, poderão, além disso, valorizar extraordinariamente a partilha, não tanto pela quantidade, mas pelo espírito que traduzem.

Que a Mãe da Divina Graça e Senhora da Misericórdia nos acompanhe neste tempo favorável, para que, renascidos e purificados, celebremos com verdadeira alegria a Ressurreição do Senhor.

D. Jacinto Tomaz Botelho, bispo de Lamego

Partilha

Share/Bookmark

Concerto Padre Marcos

Olá a todos. Mais uma vez, o Padre Marcos, vai dar um concerto, dia 14, sábado, às 21:00, no auditório do centro paroquial de Almacave-Lamego. Não faltes! Ele conta com o teu apoio.

Partilha

Share/Bookmark

"Porque Ele me amou..."

Pessoal, nova música no blogge: "Porque Ele me amou...", música para a Jornada Diocesana da Juventude. Tá a decorar. Obrigatório. Abraços.

Partilha

Share/Bookmark

Sem dúvida que a melhor maneira de começar o meu Quarto dia é partilhar com todos vocês o quão Especial foi o Convívio Fraterno 1092.
Bem, a decisão de ir ao Convívio não foi difícil… devo dizer que já era para ter feito há dois anos atrás e no ano passado também…mas por mil e um motivos não foi possível… Hoje apercebo-me que tudo tem uma Hora e um Momento certo para acontecer…

A minha maninha do coração tinha feito o convívio, no ano em que fomos para a faculdade e ficamos a viver juntas… escusado será dizer que andei um ano inteirinho ouvi-la… convivas para aqui, convivas para ali… e as vezes até lhe dizia… “já não te posso ouvir falar de tantos convivas”… pois é Amigos… é ela a culpada por estar aqui neste momento a partilhar com vocês a minha Felicidade, a minha vontade de Crescer todos os dias mais um bocadinho, a minha Alegria em dizer “Somos mesmo uma Família”…

Naquela sexta-feira…ia nervosa…não o posso negar. Fui com um Amigo (o meu Ruizinho e ambos não parávamos de tagarelar, tal eram os nervos. Fomos abastecidos de chocolate…sim, porque eu como aspirante a Bioquímica sei que o chocolate estimula uma Hormona (serotonina) que combate a tristeza… e se algo corresse mal, lá nos afogávamos no bem-dito chocolate… É certo que o chocolate desapareceu… mas não por tristeza, mas porque todos os dias festejávamos com chocolate (afinal chocolate é chocolate, e não se pode deixar estragar…)
Devo confessar que isto de nos fecharmos numa casa que não conhecemos, com pessoas que nunca vimos, durante três dias traz uns certos nervinhos.
Quando chegámos vimos rostos estranhos, vimos uma casa na qual nunca tínhamos estado…e Hoje vejo uma Família, vejo aquela que é também a minha casa… (casa de S.José).
O Tempo que passamos lá dentro foi tão Curto e tão Longo… digo Longo porque sinto que todos ficamos com a noção de que nos conhecíamos desde sempre, mesmo que com algumas pessoas não tenha sido possível encurtar os laços, mas o simples facto de todos partilharmos momentos tão especiais…dá-nos a conhecer melhor do que pensamos…e digo Curto, porque foram apenas três dias que simplesmente passaram a correr… Hoje no inicio do Meu Quarto dia, pergunto-me: “Como consegui crescer tanto em tão pouco tempo…?” “Como consegui descobrir tanto em apenas três dias?” “Como consegui em tão pouco tempo, ir lá ao fundinho da cave limpar o pó e as teias de aranha que tinha acumulado e que simplesmente não me deixavam olhar para o mundo e para a vida desta maneira?”
É verdade Amigos…
Entrei naquela casa… com a Vida partida aos bocadinhos, não porque algo me tivesse corrido mal, não porque as coisas não corriam como queria, não porque as pessoas me desiludiam, mas porque é esta a tendência do ser Humano…nunca estar satisfeito e Feliz com o Pouco ou o Muito que se tem…e acreditem, Nós temos tanto…
Fui ao Convívio com a ideia de que ia conhecer pessoas novas, de que ia fazer novos amigos, com a ideia de que até ia ser divertido…com o objectivo de fugir à correria de cá de fora, à confusão, àquilo a que chamava problemas… Fui com a intenção de procurar um abrigo fora do mundo durante três dias. E de facto fiz tudo isto mas devo dizer-vos que para mim não foi o mais importante!
Saí com todos os pedacinhos da minha vida colados… não porque lá encontrei a solução para os problemas, não porque lá encontrei todas as respostas que precisava… mas porque de lá trouxe a Ferramenta, a Cola necessária para consegui tudo isto… Deus…
Não o Deus que tinha… não o Deus a quem me habituei a pedir ajuda para os exames da faculdade, não o Deus a quem me habituei ir visitar quando algo me corria mal, não o Deus a quem eu culpava por todos os males do mundo… trouxe um Amigo… Aquele Amigo… a quem agradecer quando as coisas me correrem bem, a quem agradecer quando as coisas correrem mal, porque o mal também nos ensina a crescer… um Deus a quem pedir aconchego, um Deus a quem dar Amor, Sorrisos e Abraços… um Deus que me vai levar ao colo quando eu não conseguir andar, e um Deus a quem eu vou chamar para me dar a mão quando conseguir correr pelo Mundo…
Sei que muitos dos meus amigos ao lerem isto pensam: “Marisa, tu não eras assim…” (como eu ando sempre a dizer) mas Hoje sou de facto! Há coisas que caem na nossa vida no momento certo na hora exacta, no lugar perfeito…
Eu que desacreditava de tanta coisa… eu que tantas vezes “critiquei”…eu que tantas vezes falhei com Deus… eu que tantas vezes não percebi a Felicidade de ir à missa, a Alegria que traz o simples gesto de falar com Deus nem que sejam apenas 10 minutos por dia.
Pois é…
Aprendi muita coisa nestes três dias… e uma delas foi que precisamos de Tempo, de Espaço e de Vontade de estar com Ele… e foi o que me aconteceu… tive Tempo, talvez pela primeira vez na minha vida, tive Espaço, e tive Vontade de O encontrar…!
O turbilhão que sentia deu lugar à paz, a raiva que tinha de tanta coisa, deu lugar ao perdão, e o amontoado de dúvidas, deu lugar a certezas inabaláveis…
Devo confessar que nunca na minha vida me tinha sentido tão Pequenina...e tão Grande... ao mesmo Tempo! Sinto que naquela sexta-feira entrei minúscula, e Hoje no inicio do meu Quarto dia, sou Enorme...

Ele está Aqui sempre, e só precisa que Nós estejamos Aqui para Ele também…

Sei que somos apenas aprendizes de viajante, mas sinto que nestes três dias fizemos já a maior de todas as Viagens…

E por Tudo isto, Obrigado Família Conviva

Um abracinho fraterno para todos

E fica aqui o desejo de que sejamos sempre os isqueiros uns dos outros, para que a chama de ninguém se apague…


Marisa Coelho (CF 1092)

Partilha

Share/Bookmark

Um ano depois...

Amigos do 1052, porque a vida cá fora corre e já passou um ano do vosso CF, para que continuemos unidos em Cristo com quem estivemos de forma tão especial nesses 3 dias, aguardamos os vosso testemunhos de perseverança, de queda, de lágrimas e dores de sorrisos e vivências de Amor...
E assim mantemos viva a chama do 1052 e todos sairemos enriquecidos com esta partilha.

[Podem enviar os textos para mail do David ou Joana]

Partilha

Share/Bookmark

A água e o deserto


À PROCURA DA PALAVRA
P. Vítor Gonçalves

DOMINGO I DA QUARESMA Ano B

“Jesus esteve no deserto quarenta dias”. Mc 1, 13

A água e o deserto

Água e deserto, aliança e tentação, opostos incontornáveis
do caminho que nos propõe a Páscoa como meta.
Tensão criadora a agitar a cinza dos dias e a fragilidade da terra,
espaço sem limites das escolhas que nos realizam.
Água do nascer e do renascer que nos definem,
entre o “já” e o “ainda não” de grandeza e miséria,
“todos os dias são nossos”, como dizia o poeta,
mas é também nossa a coragem de espalhar a aurora
e levantar rostos cansados e abatidos.
Deserto do apelo ao essencial que é sempre tão pouco,
(um sorriso, um abraço, “um sair de mim e ser amor contigo”),
lugar onde a conversão vai além da penitência,
a alegria de dar é mergulhar na realidade de alguém,
os gestos ecoam a mudança que acontece no silêncio.

Água para a travessia do deserto,
e terra seca que pode reaprender a lição do barro,
este é o tempo de confiar nas mãos de Quem faz aliança connosco
e as oferece cada dia para revelar
o que é belo e teimamos em esconder,
o que é verdade e teimamos em desprezar,
o que é bom e teimamos em esquecer.

Jorram os rios de água viva dos nossos corações
a empapar os desertos, que podem ser os prédios e as ruas,
e as casas, e os trabalhos, e as compras, e até os divertimentos,
onde tantas solidões se acumulam?
Bebemos e mergulhamos nesta água que é Cristo,
e, como a samaritana, ensinamos o caminho da fonte?
Guardamos cisternas ou ajudamos os desertos
a descobrir a Fonte que neles está?

Partilha

Share/Bookmark

“Aprendiz de viajante…”

Há já algum tempo que tenho andado perdida…Com a chama apagada…a porta fechada…Concentrada em mim, no que me faz feliz, preciso e quero…

Afeiçoada ao comodismo fui-me esquecendo que Ele estava lá, comigo, em cada momento. Releguei-O para os recônditos do esquecimento. A minha fé esmoreceu…
Foi então que me senti tentada a participar no Convívio Fraterno 1092. Tudo estava envolto em mistério, não sabia o que iria encontrar, mas estava certa que em nada iria mudar as minhas convicções.
Quando lá cheguei, encontrei 53 desconhecidos que ao longo de três dias se tornam família. As certezas inabaláveis sofreram um abanão e a porta, há tanto fechada, abriu-se. Ser conviva é algo inexplicável, uma experiencia irrepetível, fascinante…um “encontro contigo, com Deus e com outros”. É indescritível a maneira suave e meiga com que Ele nos chama, nos agarra pela mão e nos torna “aprendizes de viajante” que galgam através dos caminhos tortuosos da fé, que nos levam a Ele…Certo é que podem não ser os mais fáceis…mas certo também é que são revestidos de recompensa, amor e a certeza que nos momentos mais complicados Ele “nos carregara no colo”.
Quero agradecer a toda a família conviva por acreditar, aos meus IRMAOS do 1092, mas sobretudo quero agradecer a Deus, sem o qual nada disto teria sentido….
Nunca deixes a tua chama esmorecer!!!


Cristiana (CF 1092)

Partilha

Share/Bookmark