O espanto do Natal

Nós que todos os anos vivemos o Natal perdemos o espanto perante o Natal. Essa é uma das piores coisas que pode acontecer a quem vive todos os anos o Natal. De facto, aqueles que participam com fervor na celebração anual do Natal sentem muitas emoções acerca dele, desde a elevação espiritual à indignação perante o consumismo e o desinteresse da sociedade. Mas raramente sentem aquilo que é o mais adequado perante o mistério natalício: o espanto.
O espanto principal vem, naturalmente, do próprio acontecimento que se celebra: que Deus omnipotente, que não cabe nos Céus, tenha decidido descer até nós e nascer como um menino, é algo de inaudito, inconcebível, quase inacreditável. Este é o mistério central da nossa fé cristã, mas dificilmente o conseguimos entender, quanto mais descrever, de tal forma ele ultrapassa tudo o que podemos imaginar. Vivemos todos os dias com ele, mas não somos capazes de compreender aquilo em que baseamos a nossa própria vida. O nosso Deus é, sem dúvida, espantoso!
Mas, mesmo se olharmos o Natal de fora, ele é uma festa absolutamente assombrosa. Se virmos o Natal como alguém que nada sabe sobre ele, se o considerarmos sem referência ao seu significado espiritual, temos de admitir que se trata de um fenómeno impressionante.
Ele é a única festa verdadeiramente global que o mundo alguma vez viu. O Natal atravessa todas as fronteiras e culturas. Existem, sem dúvida, muitas pessoas a quem o Natal nada diz, mas é difícil encontrar alguém que não saiba que ele existe.
Por outro lado, todos falam do "espírito natalício" mesmo quando ignoram o tal significado espiritual. De múltiplas maneiras e formas, os meios agnósticos, pagãos e até ateus se sentem tocados por uma mística que não sabem de onde vem. "Festa da família", "tradição popular", "quadra da solidariedade", "reino do Pai Natal" são maneiras comuns de descrever aquilo que ninguém consegue explicar, mas que todos sentem palpavelmente nesta quadra.
Os fenómenos espantosos que rodeiam o Natal são muitos mais. Por exemplo, trata-se da única celebração de aniversário que se verifica há mais de 2000 anos. Mas vale a pena pensar um pouco de onde vem esta surpreendente realidade. Se aquele que nada sabe sobre o Natal quiser entender a origem daquilo que tanto o surpreende, onde deve ele procurar a resposta? Que lhe podemos dizer nós, aqueles que todos os anos vivemos o Natal e participamos com fervor na sua celebração?
Bem, esta questão levar-nos-ia muito longe. Alguns refeririam dados sociológicos, históricos e etnográficos. Falariam da influência planetária da civilização ocidental, do gosto das culturas pelos presentes e pelas festas e de muitas outras coisas. Mas não existem muitas dúvidas que a razão última do fenómeno vem, simplesmente, do facto indiscutível que o nosso Deus é espantoso. O Deus que fez as girafas e os cometas, que concebeu a aurora e as trovoadas, que imaginou as galáxias e os seres humanos, só Ele poderia inventar uma coisa como o Natal.
João César das Neves

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Querem roubar-Te o Natal, Senhor...

Querem roubar-Te o Natal, Senhor.

Querem ficar com a festa,
mas não querem convidar o festejado.

Querem a árvore de Natal, mas esquecem a sua origem;
querem dar e receber presentes,
mas esquecem os que os Magos Te levaram a Belém;
querem cantos de Natal,
mas esquecem os que os Anjos Te cantaram naquela noite abençoada.
Até a São Nicolau o disfarçaram de “pai Natal”.

Querem as luzes e o feriado, o peru e as rabanadas;
Querem a Ceia de Natal
mas já não vão à Missa do Galo,
nem Te adoram feito Menino nas palhinhas do Presépio.

Quando se lembram estas coisas e o facto que lhes deu origem
diz-se que “o Natal é todos os dias”,
mas não se dispensa esta quadra de consumo e folguedos.

No meio de toda esta confusão deseja-se a paz e a fraternidade,
mas esquecem que só Tu lhes podes dar.

E a culpa de tudo isto ser assim… é também minha
que alinho nesta maneira pouco cristã de celebrar o teu nascimento.

Se desta vez eu der mais a quem tem menos
e comprar menos para quem já tem quase tudo…
se em vez de me cansar a correr de loja em loja
guardar esse tempo para parar diante de Ti…

Se neste Natal fores mesmo Tu a razão da minha festa…
as luzes e os cantos, o peru e as rabanadas, os presentes e a até o Pai Natal
me falarão de Ti e desse gesto infinito do Teu Amor
de teres viindo ao meu encontro nessa noite santa do teu Natal.

Rui Corrêa d’Oliveira – “Bom dia” – Canal Sim RR –08.12.2008

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25 de Dezembro

Lc 2, 1-14

«Isto vos servirá de sinal: encontrareis um Menino recém-nascido, envolto em panos e deitado numa manjedoura.»


Buscamos um Rei, Senhor do Universo, Criador do Céu e da Terra, e de todas as coisas visíveis e invisíveis. Encontramos um bebé, indefeso e pobremente vestido, deitado nas palhas de um estábulo.
Diante do presépio, o nosso mundo todo feito de aparências e conveniências sociais fca de pernas para o ar.
Quando a Madre Teresa de Calcutá recusava ofertas de frigorífcos ou de ar condicionado para as casas das Missionárias da Caridade achavam-na ingrata, louca ou antiprogresso. Mas ela compreendera este Menino, e procurava segui-Lo vivendo com as suas irmãs em condições próximas das dos rejeitados pela sociedade, a quem queria ajudar.
Peçamos ao Deus Menino que nos ajude a ver para lá das aparências, a afinar critérios, para discernirmos o que é mais urgente e necessário para Seu maior serviço e louvor, e nosso bem.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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24 de Dezembro

Lc 1, 67-79

«Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, que das alturas nos visita como Sol-nascente, para iluminar os que vivem nas trevas e na sombra da morte e dirigir os nossos passos no caminho da paz.»


Sustemos a respiração, contamos os minutos que parecem horas, espreitamos as palhinhas ainda vazias (e, junto ao presépio, os embrulhos coloridos que os tios e primos trouxeram…). Perguntam: «já serão horas?», respondem: «se quiserem lugar sentado na igreja…»
Rompem os sinos, ressoam glórias! Missa do Galo, Deus menino, milagre renovado!
Mistério insondável de um Deus que das alturas nos visita, recém-nascido nas palhas da manjedoura.
Que Ele nos conceda «a graça de O servirmos sem temor, livres das mãos dos nossos inimigos, em santidade e justiça, na Sua presença, todos os dias da nossa vida».

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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23 de Dezembro

Ml 3, 1-4.23-24

«Vou enviar o meu mensageiro, para preparar o caminho diante de Mim.»


O Senhor vem ao nosso encontro. O Senhor anuncia-nos que vem. Conseguimos ouvi-Lo por entre a agitação das compras de última hora, na estonteante roda-viva dos que se acotovelam ao som incessante de jingle bells e santas-claus, entre acenos efusivos e votos de boas festas maquinais?
Procuremos fazer silêncio, sobretudo dentro de nós, e estar atentos e vigilantes, ao que se passa à nossa volta, para melhor O amar e servir.Também para reconhecermos os sinais do Senhor, que nos confrmam e nos confortam. Ele é Deus connosco. Ele anuncia-Se e vem.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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22 de Dezembro

Lc 1, 46-56

«O Todo-poderoso fez em mim maravilhas, Santo é o seu nome.»


Paramos um momento, mudos de espanto, a contemplar a obra da Criação: todo o Universo – o que dele conhecemos – estrelas, cometas, planetas a anos luz da terra… Pensamos neste nosso «planeta verde» – o que nós ainda não estragámos – com seus mares e oceanos, desertos e montanhas, e todos as plantas e animais. Pensamos na Humanidade, na enorme diversidade de raças, línguas e costumes – mesmo nestes tempos de globalização. Cada ser humano é único e irrepetível. Ainda mais espantados caímos na conta que este Senhor Todo-poderoso, criador do Céu e da Terra, me criou também a mim – e a cada um dos que aqui rezam hoje comigo – e que, mais do que isso, Ele tem estado sempre ao meu lado. Como Maria, damos graças por todas as maravilhas que o Senhor fez. Em mim.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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21 de Dezembro

2 Sm 7, 1-5.8b-12.14a.16

«Natã respondeu ao rei: ‘Faz o que te pede o teu coração, porque o Senhor está contigo.’»
«Faz o que te pede o teu coração.»


Hoje damos graças a Deus porque temos um tecto que nos abriga da chuva e do frio que fazem lá fora; porque temos de que comer e o que vestir. Damos graças ao Senhor pelo nosso trabalho; pela escola onde estudamos com os olhos postos no futuro. E sobretudo damos graças pela nossa família e pelos nossos amigos, que nos acompanham nas alegrias e nos amparam nas tristezas.Comprometemo-nos neste Advento – concretamente – a aju-dar quem não tem meios materiais de prover ao seu sustento e quem, rico ou pobre, está triste ou só.
Porque somos nós «as pedras vivas do templo do Senhor».
Porque Ele está connosco.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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4ª Semana do Advento

2 Sm 7, 1-5.8b-12.14a.16

Quando David já morava em sua casa e o Senhor lhe deu tréguas de todos os inimigos que o rodeavam, o rei disse ao profeta Natã: «Como vês, eu moro numa casa de cedro e a arca de Deus está debaixo de uma tenda.» Natã respondeu ao rei: «Faz o que te pede o teu coração, porque o Senhor está contigo.» Nessa mesma noite, o Senhor falou a Natã, dizendo: «Vai dizer ao meu servo David: «Assim fala o Senhor: Pensas edifcar um palácio para Eu habitar? Tirei-te das pastagens onde guardavas os rebanhos, para seres o chefe do meu povo de Israel. Estive contigo em toda a parte por onde andaste e exterminei diante de ti todos os teus inimigos. Dar-te-ei um nome tão ilustre como o nome dos grandes da terra. Prepararei um lugar para o meu povo de Israel; e nele o instalarei para que habite nesse lugar, sem que jamais tenha receio e sem que os perversos tornem a oprimi-lo como outrora, quando Eu constituía juízes no meu povo de Israel. Farei que vivas seguro de todos os teus inimigos.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

O Senhor anuncia que te vai fazer uma casa. Quando chegares ao termo dos teus dias e fores repousar com teus pais estabelecerei em teu lugar um descendente que há-de nascer de ti e consolidarei a tua realeza. Serei para ele um pai e ele será para Mim um flho. A tua casa e o teu reino permanecerão diante de Mim eternamente e o teu trono será frme para sempre.»

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20 de Dezembro

Lc 1, 26-38

“Ela fcou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o Anjo: ‘Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus.’»


Às vezes perturbamo-nos, com o que se passa à nossa roda: na nossa família, entre os nossos amigos, com os colegas de escola ou de trabalho, no nosso país ou no mundo...
Às vezes vivemos mesmo perturbados, desordenados, confusos, comovidos, toldados, atarantados...
«Não temas.» Uma só coisa é necessária: encontrar graça diante de Deus. Para podermos responder como Maria, após o sobressalto do espanto inicial, com humildade profunda e serena confança: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra.»

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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19 de Dezembro

Lc 1, 5-25

«Eram ambos justos aos olhos de Deus e cumpriam irrepreen-sivelmente todos os mandamentos e leis do Senhor.»


Zacarias e Isabel eram justos aos olhos do Senhor. Apesar de não terem flhos – o que naquele tempo era considerado uma desgraça – e de ambos terem já idade avançada, cumpriam todos os mandamentos.Não tinham desistido, não se consideravam injustiçados, não se queixavam continuamente…
Suportavam pacientemente os desígnios do Senhor, cumprin-do sempre as Suas leis.
Peçamos a graça de sabermos nós também suportar, com seme lhante perseverança, os pequenos ou grandes infortúnios das nossas vidas, sem nunca desfalecer de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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18 de Dezembro

Mt 1, 18-25

«O que nEla se gerou é fruto do Espírito Santo.»


O nosso percurso até ao presépio de Belém, e mais tarde à Páscoa da Ressurreição, é feito também de momentos de incom-preensão e de noite escura. Quantas vezes na nossa vida e na daqueles que nos ro deiam não conseguimos ver o que é fruto do Espírito Santo!
Que São José, o grande mestre da humildade e da discrição, nos sirva de modelo e guia nas alturas em que mais difculdade temos em compreender e aceitar. Amanhã vou tentar ver em todas as situações mais os aspectos positivos do que os negativos e em todas as pessoas mais as qualidades do que os defeitos.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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17 de Dezembro

Mt 1, 1-17

«Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo.»


Deus escolheu fazer-se homem, encarnando na nossa experiência real e concreta. Não é um Deus distante e impessoal que nos ignora com indiferença. Aos Seus olhos cada um de nós é o mais precioso flho único, fruto da mais distinta linhagem.
Obrigado, ó meu Deus, pelo bem maior dessa proximidade!
Amanhã vou abrir o meu coração e perceber em cada situação porque é que sou o flho preferido de Deus.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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16 de Dezembro

Mt 21, 28-32

«Qual dos dois fez a vontade do Pai?»


Fazer a vontade do Pai nem sempre é fácil. Diz-nos isso a nossa experiência de cada dia e de toda uma vida. Guiados pelo exemplo d'Aquele que é manso e humilde de coração, saibamos pedir neste Advento o dom da obediência à vontade do Pai, sobretudo naqueles aspectos em que temos mais difculdade em a aceitar plenamente.
Amanhã vou procurar aceitar com mais paciência as contrariedades que o dia me trouxe.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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15 de Dezembro

Nm 24, 2-7.15-17a

«A água transbordará de seus cântaros e a sua semente será abundantemente regada.»


O Povo de Deus, nos tempos do Antigo Testamento como nos nossos dias, é abençoado com a abundância das graças do Senhor. Assim saibamos nós beber dessa água viva que brota do coração misericordioso de Jesus!
Amanhã levarei àqueles com quem me cruzar a alegria da amizade de Jesus.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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14 de Dezembro

1Ts 5, 16-24 S. João da Cruz

«É fiel Aquele que vos chama e cumprirá as Suas promessas.»

Somos chamados à fdelidade irrepreensível em todos os aspectos da nossa vida. Sabendo que nessa caminhada até à vinda de Jesus, Ele estará sempre connosco, sem nunca nos falhar com o Seu apoio, amizade e graça.
Amanhã vou tentar dizer sim sem hesitações, colocando a vontade de Deus à frente da minha.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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3ª Semana do Advento

1Ts 5, 16-24

«Irmãos: Vivei sempre alegres, orai sem cessar, dai graças em todas as circunstâncias, pois é esta
a vontade de Deus a vosso respeito em Cristo Jesus. Não apagueis o Espírito, não desprezeis os
dons proféticos; mas avaliai tudo, conservando o que for bom. Afastai-vos de toda a espécie de mal.
O Deus da paz vos santifque totalmente, para que todo o vosso ser – espírito, alma e corpo – se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. É fel Aquele que vos chama e
cumprirá as suas promessas.»

n "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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13 de Dezembro

Mt 17, 10-13

«Eu vos digo, porém, que Elias já veio mas, em vez de o reconhecerem, fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim também o Filho do Homem será maltratado por eles.»


Quantas e quantas vezes, somos nós que O maltratamos?
Quantas e quantas vezes o negamos, como Pedro ou o entregamos como Judas?!
Neste dia, tomemos consciência da nossa condição de pecadores.
Tenhamos a humildade do arrependimento e a coragem de pedir perdão.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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12 de Dezembro

Mt 11, 16-19

«Veio João Baptista, que não come nem bebe, e dizem que tinha o demónio com ele. Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: ‘É um glutão e bebedor de vinho, amigo de cobradores de impostos e de pecadores!’ Mas a sabedoria foi justifcada pelas suas obras.»


O Mistério de Jesus Cristo, Deus feito homem, «que come e bebe» foi um escândalo para os seus contemporâneos.
Ao longo de mais de 2000 anos continua a ser incompreen-dido por muitos.
Também escandalosa é a relação aos mais odiados e des-prezados da sociedade.
Mas a sua humanidade e universalidade são precisamente a sua maior dádiva.
Hoje, vamos dar especial atenção àqueles que mais se diferenciam de nós, da nossa maneira de viver e das nossas convicções. Jesus vai nascer também para eles!

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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11 de Dezembro

Is 41, 13-20

«Sou Eu, o Senhor, teu Deus, que te seguro pela mão, e te digo: ‘Não tenhas medo, Eu venho em teu auxílio?’»

É este Deus que quer nascer ou renascer em cada Natal, no nosso coração e na nossa vida.
É este Deus que nos vem segurar pela mão.É este Deus que está sempre presente.
Neste dia, principalmente nos momentos mais difíceis, lembre-mo-nos que Ele caminha connosco.Lembremo-nos do apelo de João Paulo II para, como católicos, não termos medo.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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10 de Dezembro

Mt 11, 28-30

«Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito.»


Perante a opressão, a doença, o desânimo, Cristo oferece-nos o seu exemplo de amor e de humildade como caminho de esperança.Só pela entrega das nossas vidas e em particular dos nossos sofrimentos a Deus, poderemos encontrar o descanso para o nosso espírito.
Neste dia, propomos um momento de oração, onde procuremos oferecer a Deus os nossos sofrimentos vividos no dia-a-dia.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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9 de Dezembro

Is 40, 1-11

"Preparai no deserto o caminho do Senhor, abri na estepe uma estrada para o nosso Deus. Sejam alteados todos os vales e abatidos os montes e as colinas; endireitem-se os caminhos turtuosos e aplanem-se as veredas escarpadas."

Fazer deserto neste tempo de Advento é ser capaz de esvaziar o coração de tudo o que pode ser obstáculo ao "caminho do Senhor".
Fazer deserto neste tempo de Advento é valorizar o que realmente é importante na nossa vida.
Neste dia façamos o discernimento relativamente àquilo que nos conduz ao verdadeiro «caminho» e desvalorizemos aquilo que não vale a pena e só nos atrapalha e empata.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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8 de Dezembro

Lc 1, 26-38

"Maria disse então: 'Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra.' E o anjo retirou-se de junto dela."


O Nascimento de Jesus, dependeu desta resposta de Maria ao anjo São Gabriel.
Uma resposta positiva, firme e sem hesitações.
E as nossas respostas aos apelos de Deus? Serão sempre tão afirmativas e decididas como a de Maria?
Neste diapropomos uma reflexão sobre os apelos que Deus nos faz. Que atenção damos a esses apelos e de que forma temos respondido?

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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7 de Dezembro

Mc 1, 1-8
Sto. Ambrósio

"Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu, diante do qual não sou digno de me inclinar para desatar as correias das suas sandálias. Eu baptizo-vos na água, mas Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo."


Deus é imensamente mais do que nós
Deus é a nossa fortaleza!
E, no entanto, quis fazer-se pequenino, frágil e dependente.
Neste dia, abandonemo-nos à Sua protecção e entreguemos nos Seus braços, a nossa confiança, as nossas fragilidades e a nossa pequenez.

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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2ª Semana do Advento

Mc 1, 1-8

«Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. Está escrito no profeta Isaías: «Vou enviar à tua frente o meu mensa geiro, que preparará o teu caminho. Uma voz clama no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.’» Apare ceu João Baptista no deserto, a proclamar um baptismo de penitência para remissão dos pecados. Acorria a ele toda a gente da região da Judeia e todos os habitantes de Jerusalém e eram baptizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados. João vestia-se de pêlos de camelo, com um cinto de cabedal em volta dos rins, e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. E, na sua pregação, dizia: «Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu, diante do qual eu não sou digno de me inclinar para desatar as correias das suas sandálias. Eu baptizo-vos na água, mas Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo.» »
in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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Por ocasião do 60.º aniversário da Declaração dos Direitos Humanos no próximo dia 10 de Dezembro, a C-FAM organizou, juntamente com outras organizações pró-vida e pró-família, um abaixo-assinado contra a intenção de declarar o aborto como um Direito Humano, pela ONU.

O documento, que já foi subscrito por cerca de 30 mil pessoas, só na versão portuguesa, defende “o direito à vida de cada ser humano, da concepção até a morte natural, tendo cada criança o direito de ser concebida, nascida e educada no seio de uma família, baseada no matrimónio entre um homem e uma mulher, sendo a família o grupo de unidade natural e fundamental da sociedade”.

Todas as assinaturas serão apresentadas na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, no dia 10 de Dezembro.A C-FAM, líder da campanha, é uma organização fundada em 1997 para acompanhar e promover a vida no debate sobre políticas sociais nas Nações Unidas e outras instituições internacionais.

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1ª semana do Advento

Is 63, 16b-17.19b; 64, 2b-7

«Vós, Senhor, sois nosso Pai e nosso Redentor, desde sempre, é o vosso nome. Porque nos deixais, Senhor, desviar dos vossos caminhos e endurecer o nosso coração, para que não Vos tema? Voltai, por amor dos vossos servos e das tribos da vossa herança. Oh se rasgásseis os céus e descêsseis! Ante a vossa face estremeceriam os montes! Mas vós descestes e perante a vossa face estremeceram os montes. Nunca os ouvidos escutaram, nem os olhos viram que um Deus, além de Vós, fizesse tanto em favor dos que n’Ele esperam. Vós saís ao encontro dos que praticam a justiça e recordam os vossos caminhos. Estais indignado contra nós, porque pecámos e há muito que somos rebeldes, mas seremos salvos. Éramos todos como um ser impuro, as nossas acções justas eram todas como veste imunda. Todos nós caímos como folhas secas, as nossas faltas nos levavam como o vento. Ninguém invocava o vosso nome, ninguém se levantava para se apoiar em Vós, porque nos tínheis escondido o vosso rosto e nos deixáveis à mercê das nossas faltas. Vós, porém, Senhor, sois nosso Pai e nós o barro de que sois o Oleiro; somos todos obra das vossas mãos.»

in "Advento 2008" de Associação de Pais dos Alunos de do Colégio de São João de Brito

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Advento 2008

Amigos convivas, para podermos viver esta época de uma forma verdadeiramente cristã criamos uma nova categoria onde partilharemos textos, pensamentos, fotografias, desabafos ou simples pensamentos. Da mesma forma teremos um pensamento diário que nos guiará na caminhada do Advento para O acolhermos da melhor forma.

Assim, para começar deixámos um pequena explicação do significado do Advento adaptada do site da Arquidiocese de Évora, de autoria do Pe. Francisco Couto:

«A palavra advento quer dizer vinda (que há-de vir), chegada. Chamamos Advento ao período de quatro semanas que antecede o Natal. E se o Natal é a celebração da vinda de Jesus, significa que o Advento é o período de tempo em que esperamos a chegada de Jesus.

Antes de se constituir em Roma por volta dos sécs. VI-VII, o advento havia já sido precedido de várias experiências na Gália, Hispânia e até mesmo no Norte da Itália. Os testemunhos que possuímos todos fazem referência a práticas ascéticas, mormente a prática do jejum.

O Advento de quatro semanas que herdámos sublinha os dois aspectos tradicionais deste período do Ano Litúrgico, isto é, a preparação para o nascimento de Jesus, a sua primeira vinda, e a espera da parusia, a segunda vinda. Apresenta-se, assim, o Advento como um tempo de espera do cumprimento da salvação.

Encontramos o Tempo de Advento dividido em dois momentos ou partes: o primeiro vai até dia 16 de Dezembro; o segundo começa dia 17 e vai até dia 24 de Dezembro. Este último período funciona como uma novena e prepara, de forma mais clara, a vinda de Jesus na história e ao coração do homem.

Duas são as grandes personagens deste Tempo: João Baptista, o percursor, e Maria, a Mãe do Senhor.

Olhando para os Domingos deste período do Ano Litúrgico (Ano B), apercebemo-nos que o tema da vigilância do primeiro Domingo, concretiza-se na pregação de João Baptista no tema da conversão, predominante no segundo Domingo («Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas»). O terceiro Domingo possui um carácter mais alegre e recorda-nos que o Reino de Deus já está no meio de nós: João Baptista dá testemunho d’Aquele que é o Messias, que não conhecemos, mas que já está no meio de nós e a que ele não é digno de desatar a correia das sandálias. O tema do quarto Domingo é o nascimento de Jesus anunciado à Virgem Maria pelo Anjo Gabriel.»

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Olá amigos convivas…

Hoje queria partilhar convosco mais uma coisinha…

Tudo na minha vida corria bem. Estava no início do 12º e com muita vontade de estudar e entrar na universidade. Tinha os melhores amigos do mundo e a minha família a dar-me muito apoio. Para além disto tudo, uma pessoa fantástica ao meu lado que me ajudou a descobrir o verdadeiro significado da palavra amar.

Era muita felicidade junta não é? Pois, no meio de tanta felicidade, uma bomba rebenta na minha família… No espaço de uma semana fica-mos a saber que o meu Pai, uma pessoa saudável, tem um cancro nos intestinos, maligno, já bem avançado e é operado…

Não sei se conseguem imaginar como eu fiquei. Na altura só pensava que o meu pai ia morrer. Muitas vezes me questionei: o que faz uma miúda com 18 anos quando sabe que o pai tem cancro? O mais estranho é que eu naquela semana só pensava em mim. Os meus irmãos já são autónomos, e eu? Eu tenho um curso para tirar, tenho que ir para a universidade. Acho que nunca chorei tanto escondida…

Numa conversa com essa pessoa fantástica, ela diz-me esta frase “ Ele sabe sempre o que faz, nós é que podemos não O entender”, na altura não entendi muito bem, hoje não posso estar mais de acordo… Sei que Deus sabe sempre o que faz e em tudo o que nos acontece, há sempre alguma coisa a aprender…. No meio desta doença há muita coisa boa, mas a principal está na atitude do meu Pai. Sabem o que é entregar-se a Deus e não ter medo de nada? Foi isso que ele fez, era ele que nos dava força. Recordo-me dele antes de saber o que tinha, andava muito stressado com o trabalho. Quando sabe, fica muito calmo, com muita paz, com uma força sem igual, nunca o vi sem estar a sorrir e muito contente… muitas vezes eu me questiono: Como é que é possível esta entrega? Será que nós alguma vez vamos conseguir faze-lo? Será que somos capazes de nos entregar assim nas mãos Dele? A única coisa que ele dizia era, algo assim: “não há nada a temer, vai ser o que Deus quiser.” Fantástica atitude não é?

Era só isto que queria partilhar, reflictam sobre isto…

Um abraço bem fraterno de um 1052.

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Bodas de Ouro Sacerdotais de D. Jacinto

No dia 15 de Agosto, completam-se 50 anos sobre a Ordenação Sacerdotal do Bispo de Lamego, D. Jacinto Botelho.
Nascido a 11 de Setembro de 1935, na localidade de Prados de Cima (Moimenta da Beira), o prelado desfia as suas memórias em entrevista à Agência ECCLESIA.

Para ler notícia completa clica em http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=63205&seccaoid=6&tipoid=16

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Aviso

O concerto de apresentação do Pe. Marcos foi adiado devido ao mau tempo.
Em breve daremos mais informações...
Até lá!! ;-)

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