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O cristianismo, se falso, não tem nenhuma importância, se verdadeiro, é de importância infinita. A única coisa que o cristianismo não pode ser é de importância moderada.
C. S. Lewis
Bendito o homem que confia no Senhor e põe no Senhor a sua esperança. É como a árvore plantada à beira da água, que estende as raízes para a corrente: nada tem a temer quando vem o calor e a sua folhagem mantém-se sempre verde; em ano de estiagem não se inquieta e não deixa de produzir os seus frutos.
Jeremias 17, 7-8
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Nós, na verdade, não queremos uma religião que esteja certa quando nós estamos certos. O que queremos é uma religião que esteja certa quando nós estamos errados.
G. K. Chesterton
The Catholic Church and Conversion
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Nunca sabemos se verdadeiramente acreditamos em alguma coisa até que a sua verdade ou falsidade se torne uma questão de vida e morte para nós.
C. S. Lewis
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“Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto em cima ele se tornará um prisioneiro, apesar de sua habilidade para o vôo. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.
O zangão, se cair em um pote aberto ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente de tanto atirar-se contra as paredes do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos , sem perceber que a saída está logo acima. Se você está cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima!
E lá estará DEUS: à distância apenas de uma oração!”
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.
O zangão, se cair em um pote aberto ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente de tanto atirar-se contra as paredes do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos , sem perceber que a saída está logo acima. Se você está cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima!
E lá estará DEUS: à distância apenas de uma oração!”
(autoria desconhecida)
Partilha do conviva Jorge Ferreira
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«Porquê
este entusiasmo das multidões pelo Papa? Porquê o fervor das gentes
pela pessoa humana do representante de Cristo? Que há, na sua pessoa,
que explique esta atracção? Que tem o bispo de Roma - o actual, ou os
seus antecessores - que tanto fascina homens e mulheres de todas as
idades e condições?
Não
será exagerada esta exaltação do ser humano que ocupa a cátedra de
Pedro? Não é afinal um simples mortal? Quando à sua pessoa se atribuem
poderes mágicos, não se estará a incorrer porventura em superstição?
Onde termina o culto da sua personalidade, em princípio aceitável, e
começa uma inadmissível idolatria?
Os
muçulmanos não veneram o seu profeta, Maomé, nem permitem qualquer
representação de Alá. Os judeus não se consideravam sequer dignos de
pronunciar o santo nome de Iavé. Até os evangélicos baniram dos seus
templos as imagens sagradas e proíbem a devoção aos santos.
O
Papa, seja ele quem for, é o máximo representante da comunidade
eclesial: o primeiro na honra e no serviço - o servo dos servos de Deus -
de uma Igreja muito humana e muito divina, porque é mistério de
comunhão no mistério uno e trino que Deus é. O Ser absolutamente
transcendente fez-se visível no rosto de Jesus, verdadeiro homem e
verdadeiro Deus. Por isso a religião cristã, mais do que uma doutrina ou
uma moral, é Alguém que eleva o homem a Deus e leva Deus ao homem. É na
humanidade de Cristo que o próprio Deus se revela e é também através da
humanidade do Papa e da Igreja que Cristo se faz presente em cada
momento histórico. Pedro é afinal, aqui e agora, a expressão visível em
que, para o mundo, se reflecte o olhar vivo, humano e divino, de Cristo,
o rosto de Deus.»
Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada
Ionline, 2013-07-27
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A compreensão é a recompensa da fé.
Portanto não procures compreender para crer, mas antes crê para compreender.
Santo Agostinho
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Acredito no Cristianismo tal como acredito que o sol nasce no horizonte: não apenas porque o vejo, mas porque com a sua luz vejo tudo o resto.
C. S. Lewis
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Queria que chegasse a cada casa, a cada família e, especialmente onde há mais sofrimento, aos hospitais, às prisões. Sobretudo queria que chegasse a todos os corações, porque é lá que Deus quer semear esta Boa Nova: Jesus ressuscitou, uma esperança despertou para ti, já não estás sob o domínio do pecado, do mal! Venceu o amor, venceu a misericórdia!"
[Papa Francisco - Bênção Urbi et Orbi 31.03.2013]
Que esta Páscoa seja, também, um convite a todos nós para darmos testemunho da nossa fé no Amor ao próximo, procurando uma vida de Fraternidade e Verdade, assumindo um compromisso com Deus e com os nossos irmãos!
"A alegria está no coração de quem já conhece a Jesus..."
A equipa dos Convívios Fraternos da Diocese de Lamego.
[Excerto adaptado de http://www.news.va/pt]
[Excerto adaptado de http://www.news.va/pt]
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Que a Igreja de Cristo veja hoje renovada a sua Fé na Alegria de um novo Papa!
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Responder ao Amor de Deus
Etiquetas: amor, Bispo D. António Couto, Caridade, Diocese de Lamego, Fé, Quaresma, RenúnciaMensagem do Sr. D. António Couto, Bispo de Lamego, para a Quaresma
«1. Na sua mensagem para esta Quaresma, vivida em pleno Ano da Fé, o Papa Bento XVI convida-nos a entrelaçar a fé e o amor. Assim: é de Deus a iniciativa de vir amorosamente ao nosso encontro (Dei Verbum, n.os 2 e 21), e é dele o primeiro movimento de amor em relação a nós (1 João 4,10 e 19), quando em nós nada havia de amável (Romanos 5,8). Portanto, diz bem o Apóstolo: «o amor vem de Deus» (1 João 4,7a). 2. A este Deus que toma a iniciativa de vir ao nosso encontro por amor, e a nós se entrega por amor, só nos compete responder pela fé, que é a nossa entrega pessoal a Deus, implicando todas as nossas energias, faculdades e capacidades, também o nosso amor (Dei Verbum, n.º 5), que o amor primeiro de Deus em nós faz nascer. É outra vez verdade o que diz o Apóstolo: «Quem ama, nasceu de Deus» (João 4,7b). E é assim também que a nossa fé é verificada pelo amor. 3. Mas como Deus não veio apenas ao meu encontro para só a mim se entregar por amor e só em mim fazer nascer o amor, mas veio ao encontro de todos e a todos se entregou por amor, então a minha fé é verificada pelo meu amor a Deus e a todos os meus irmãos amados por Deus. Diz bem outra vez o Apóstolo: «Quem não ama o seu irmão, que bem vê, não pode amar a Deus, que não vê» (João 4,20). 4. E o Apóstolo insiste em pôr diante dos nossos olhos esta chave de verificação: «Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama, permanece na morte» (1 João 3,14). A verdadeira morte não é então o termo da vida, mas aquilo que, desde o princípio, impede de nascer: o não acolhimento do Deus que vem por amor, para, por amor, fazer nascer em nós o amor e novas e impensáveis pautas de fraternidade. 5. Sim, então o amor ou a caridade não cabe, longe disso, naquilo que habitualmente designamos por solidariedade ou ajuda humanitária. O amor ou a caridade desborda sempre dessas realidades, e impele-nos ao anúncio do Evangelho, que é mostrar Deus que vem por amor ao nosso encontro, para nos servir o amor e fazer nascer em nós, como resposta, o serviço humilde, próximo e dedicado do amor. 6. Por isso, o tempo da Quaresma é um tempo diferente. Não é o tempo segmentado de chrónos, em que se sucedem os dias e as horas, mas um tempo novo e insuspeitado, que a Bíblia chama kairós, que se mede, não pela quantidade, mas pela qualidade, não pelo que passa, mas pela plenitude: trata-se da enchente da Palavra de Deus que, inundando a nossa vida, reclama a nossa resposta amante e transforma a nossa vida. 7. Um visitante estrangeiro foi visitar o famoso rabino polaco Hofez Chaim, e ficou espantado quando viu que a casa do rabino era apenas um simples quarto cheio de livros, e os únicos móveis eram uma mesa e um pequeno banco. «Mestre, onde estão os teus móveis?», perguntou o visitante. «E os teus onde estão?», retorquiu o rabino. «Os meus? Mas eu sou um visitante; estou aqui apenas de passagem», respondeu o visitante. «Também eu», retorquiu o rabino. 8. Sim, convenhamos que acabámos de assistir a uma eloquente lição de «renúncia» aos bens terrenos. Mas facilmente nos apercebemos que o termo «renúncia», hoje, nesta cultura de «Laodiceia» em que vivemos, e que obedece ao refrão «sou rico, enriqueci, e não preciso de nada» (Apocalipse 3,17), está claramente fora de moda e resulta incompreensível. «Deixar é perder», repetem tranquilamente os maus mestres. 9. Mas o Mestre mesmo, que é Jesus, ensina-nos a «renunciar» às coisas e até a nós mesmos, às nossas gorduras materiais e espirituais. «Renunciar» é «dizer não». Aos pesos que atrapalham a suavidade e a leveza que nos configuram ao Mestre (Mateus 11,28-30). A Quaresma é este tempo novo, não nosso, de fazer um verdadeiro jejum na nossa vida. Jejuar não é deixar de comer hoje, para comer amanhã. De nada nos valeria. Jejuar é olhar para a nossa vida, para a nossa casa e para a nossa mesa, até perceber que tudo é dom de Deus, não apenas para mim, mas para todos os seus filhos e meus irmãos, e, agir em consequência, partilhando com todos a minha vida, a minha casa, a minha mesa. 10. Apelo, portanto, a todos os irmãos e irmãs que Deus me deu nesta querida Diocese de Lamego a que, nesta Quaresma, deixemos a enxurrada da Palavra de Deus tomar conta da nossa vida. No meio da enxurrada, perceberemos logo que não salvaremos muitas coisas, e que aquilo que mais queremos encontrar é uma mão segura que nos ajude a salvar a nossa vida. 11. Aí está o tempo santo da Quaresma. Já estamos a sentir a mão de Deus (Isaías 41,13; 42,6; 45,1; Jeremias 31,32). Demos também a nossa mão aos nossos irmãos mais necessitados. Por isso e para isso, proponho que façamos um verdadeiro caminho de «renúncia» quaresmal. Como já fizemos o ano passado, convido-vos a olhar por e para os nossos irmãos de perto e de longe. Vamos destinar uma parte da nossa «renúncia» quaresmal para o fundo solidário diocesano, para aliviar as dores dos nossos irmãos de perto que precisem da nossa ajuda. Olhando para os nossos irmãos de longe, vamos destinar outra parte do contributo da nossa caridade para as missões dos Padres Vicentinos espalhadas pelas zonas de Chókwe e Caniçado, no Vale do Rio Limpopo, Moçambique, grandemente devastadas pelas cheias, que ali provocaram dezenas de mortos e mais de 100 mil desalojados, e que deixam as populações pobres à mercê da fome e de doenças várias, como a cólera e a malária. A finalidade da nossa Renúncia Quaresmal será anunciada em todas as Igrejas da nossa Diocese no Domingo I da Quaresma, realizando-se a Colecta no Domingo de Ramos na Paixão do Senhor. 12. Com a ternura de Jesus Cristo, saúdo todas as crianças, jovens, adultos e idosos, catequistas, acólitos, leitores, escuteiros, cantores, ministros da comunhão, membros de todas as associações e movimentos, departamentos e serviços, todos os nossos seminaristas, todos os consagrados, todos os diáconos e sacerdotes que habitam e servem a nossa Diocese de Lamego ou estão ao serviço de outras Igrejas. Saúdo com particular afecto todos os doentes, carenciados e desempregados, e as famílias que atravessam dificuldades. Uma saudação especial aos nossos emigrantes. Na certeza da minha oração e comunhão convosco, a todos vos abraça o vosso bispo António. Lamego, 11, de Fevereiro de 2013»Partilha
«Este mundo moderno não é apenas um mundo de mau cristianismo – isso seria o menos – mas um mundo não cristão, descristianizado.
O verdadeiro desastre está no facto de que as nossas próprias misérias já não são cristãs. Também havia maldade no tempo dos Romanos. Mas Jesus veio.
Ele não perdeu o seu tempo a queixar-se e a criticar a maldade desses tempos. Ele corta a direito.
De um modo muito simples. Fazendo o cristianismo.
Ele não se pôs a culpar, a acusar ninguém. Ele salvou.
Não culpou o mundo. Ele salvou o mundo.»
in Charles Péguy, Veronique
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[...] A fé cristã fica de pé ou cai com a verdade do testemunho segundo o qual Cristo ressuscitou dos mortos. Se se suprimir isto, certamente que ainda se poderá recolher da tradição cristã uma série de ideias dignas de nota sobre Deus e o homem, sobre o ser do homem e o seu dever-ser (uma espécie de concepção religiosa do mundo), mas a fé cristã estará morta. Nesse caso, Jesus [...] deixará de ser o critério de medida; o critério será apenas a nossa avaliação pessoal, que escolherá do seu acervo aquilo que pareça útil. E isto significa que ficaremos abandonados a nós próprios. A nossa avaliação pessoal será a última instância. Somente se Jesus ressuscitou é que aconteceu algo de verdadeiramente novo, que muda o mundo e a situação do homem. Então Ele, Jesus, torna-Se o critério em que nos podemos fiar; porque, então, Deus manifestou-se verdadeiramente.
Bento XVI
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